domingo, 5 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
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marco
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21:40
domingo, 28 de setembro de 2008
segunda parte.
essas horas, esses blocos que precisam ser vividos.
Podemos adormecer, podemos fugir e ele estará ali.
Elas trazem a música que ele compõe desde sempre para
que nos lembrássemos que é preciso viver. Mas eu creio
que ele para de contar [para cada um] no momento em que
o ar deixa de sustentar nosso corpo.
Eu acho que é tão preciso e tão arrepiante que gostaria
imensamente de pará-lo, sacudi-lo pra me certificar se esta
paralisado e suspirar, sentir o alivio de que já não é mais preciso
continuar. posso tremer em minhas pernas ou apertar os pés ou
arranhar a pele da mão direita: ao meu redor tudo se movimenta
em linhas brancas com círculos e formas coloridas que vejo de
olhos fechados, no meio da escuridão. Ele esta à espreita,
trazendo o ruído sedutor, a necessidade, o impulso. posso ficar
e nao ter mais coragem. Adormeço. Acordo e o ar da noite invade
a persiana. Devo levantar? algumas horas passaram e dessas não
me recordo. Elas eu nao amei ou odiei, não as senti ou vivi, mas
eram minhas. Devo enfrentar novos blocos e esperar que tudo se
acabe da mesma forma outra vez.
Marco A.
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marco
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15:56
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
;
nem tem ajudado muito.
esqueço de olhar para os lados,
por isso nao te vi. nao sei se é
importante planejar uma viagem.,
nem sei se quero tentar novamente.
e as coisas continuam iguais, a espera
é a mesma. o marasmo sem fim do
tédio incontrolável. O alguém continua sendo
o mesmo, mesmo com a vontade de mudar.
Saudade de cavar a terra.
Marco,
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marco
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22:04
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
[degraus de cada Um]
Acho que escrevo igual, também acho que a esperança
está descascando a própria pele,
está caminhando: posso tocar sua sombra e os pedaços
que caem no chão. Quero
mudar esse horário e trocar a história de
[degraus de cada um] escadas!
bom ter notícias e querer desistir por elas. Sempre quero desistir.
Acho que desistir também é mudar. Então, sempre quero mudar.
não desisto por medo de qualquer coisa, mas por medo da
mudança.
Desisto de pensar nisso. é dificil querer não ser eu.
nao quero pensar nisso. insisto: como quatro caminhos,
como conhecer muitos ao mesmo tempo. como desligar
um e trocar pelo o que está ao lado. como enxergar a luz
e nao saber de onde ela vem.
Não quero essa coisa fixa, mas preciso esperar que a noticia
vire fato e que a paciencia que acumulei seja suficiente para
explodir uma liberdade ociosa.
não gosto de sentir tudo de novo, é como ler o que escrevo:
acho sempre igual.
Marco Antonio
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marco
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22:20
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
domingo, 14 de setembro de 2008
então, haverá.
haverá um ano em que haverá um mês, em
que haverá uma semana em que haverá um
dia em que haverá uma hora em que haverá
um minuto em que haverá um segundo e
dentro do segundo haverá o não tempo sagrado
da morte transfigurada.
clarice L.
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marco
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00:04
sábado, 26 de julho de 2008
sabado.
A forma de um traço é o caminho que o ontem contorna nos sinais amanhecidos. Os textos são perfeitamente retos e é tão insuportável conviver com eles que posso tornar pior morar com suas cinzas. Se hoje não preciso ter idéias –elas não dariam certo- ouço as frases dos próximos dezesseis dias, todas num recorte, todas flutuando na água que escorre pela noite. Eu não preciso mais desistir. Também não preciso esperar. As coisas tornam-se pegajosas, harmoniosas. Calmas demais; por isso deixei de desistir. As coisas são como eu estou e a cada camada de brancos aumenta o tempo que amo e odeio essa boa convivência. Ela é contra e é neutra. Mas não preciso mais esperar, o dia se forma em blocos de cores sem graça e cada aglomerado de tempo se dissolve como se as manchas que o frio causa na pele branca fossem ilusões de açúcar que se dissolvem eu meu estomago. E cada frase infla em meu peito enquanto o telefone toca –outra ilusão- e, de repente, sinto que todo esse ar esfumaçado que entra em meus pulmões trouxe qualquer coisa nova, qualquer atitude jamais mencionada. Uma família inteira de cegos que não podem enxergar seu caminho aprendeu a sentir as pedras com as mãos e, mesmo sem ver pra onde estão indo, conseguem ficar de pé nas pedras e sentir o vento da glória falsificada, já podem se afogar em pequenos troféus gelados. Talvez eu não quisesse tenta conversa ou o silencio exagerado das molduras na gaveta. Mas sinto que é isso que a casa quer, é isso que o dia assovia sob meus dedos: não preciso decidir ou acionar nada, apenas sentar sobre a mala e sentir a facada de um vento novo que é o ar que qualquer estrela constrói sob as águas pelo nosso amor e pelo o que podemos nos tornar.
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marco
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14:11
quarta-feira, 23 de julho de 2008
; ~~
Fiquei um ano pairando sobre telas e teclas e hoje isso não me atrai mais. Sou só eu, eu e você e não tem mais nada, só o mundo inteiro dentro de uma tela, espreitado sob um clique.
Uma parte é tempo perdido, ilusão cansativa de estar vivendo, sentado e vivendo nos próprios dedos, se equilibrando no que pode ver e que só imagina tocar. As vezes vêm a anciã de mudar e ser todos ao mesmo tempo, rever tudo e mudar novamente.
Pra quê sair? já nem precisa levantar.
Tenho os quadros ao meu alcance enquanto os pêlos se arrepiam em fila; mas isso realmente não me atrai mais.
Ficaram resquícios de vontade, restaram algumas janelas, algumas partes que ainda me interessam. Vivendo nessa mentira não podia começar a procurar a essência do que quero viver. Procuro me excitar com outros corpos e, enquanto as folhas de sálvia secam, os olhos começam a murchar. A diferença é não ser mais escravo da dor que essas distâncias trazem, é difícil acabar com elas e assim é melhor esquece-las, esquecer do caminho pra não querer mais voltar. Continuo procurando, ela pode estar nas faces, nos olhares e nas atitudes pouco genuínas, mas não descansa nessa nova e extensa mentira da qual todos já querem fazer parte.
Marco
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marco
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17:47
quarta-feira, 9 de julho de 2008
..
Agora ela leva a beleza da hora;
tudo o que estava aquei escapou pelas frestas de uma tradução.
nao sei se continuarei aqui,
cansei de esperar e de fazer tanta coisa pra me ajudar.
Entao eu deito o rosto pra sobreviver e me expor à luz.
Me comprometi com o que esparramei no chão e preciso decidir que rastro limpar.
Quando levantei pela manhã me arrependi de
ter escrito,
de sentir o comprometimento, de ter prometido e de achar que
queria que tudo ficasse bem também.
Comecei a desistir antes de começar novamente e não saber o certo,
nao se decidir por um rastro é tao enlouquecedoramente envolvente que
cascas sentiram um alivio imediato. Toquei o medo de deixar de ser o
mesmo encontro , pois ha tempos deixaram de me querer por perto.
Enfim, foi-se o tempo em que as sensações eram mais fáceis.
Esperei, disse que receberia; deitei e pintei tudo de verde.
No segundo dia esperei mais um pouco, esperava apagar de mim a sensação de existir sozinho.
Mas a tarde se encheu de luz sobre os lençóis azuis e ouvi aquela musica das miligramas,
da garota do remédio...e a beleza das horas se foram com o próprio tempo que passou.
Marco Antonio
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marco
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17:45
quarta-feira, 18 de junho de 2008
pedaços.
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marco
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17:56
terça-feira, 10 de junho de 2008
..
um rosto inxpressivo me fascinava;
o momento que não era clima m atraía.
e como a solião é nao precisar, nao precisar é mais dificil qu o barulho.
As palavras já são conhecidas,
nem são minhas: são de iniciais em uma capa de qualquer coisa
que descanse ao lado ou mais próximo do chão.
É possível enganar-se nos próprios rascunhos,
o poeta da televisão – e por isso me perdôo solitário – no fundo tinha razão: a
cópia é o início.
Isso gela os pés e
baixa a cabeça como os
cruzeiros do labirinto.
vou esperar mais um pouco, é o que faço melhor e
descobri que é só o que fiz.
Sentir que é o bastante nao basta.
Prencher talvez não fosse o bastante, talvez eu tenha razão ou
tudo está úmido demais e quero que tudo saia logo, assim espero.
Quanto mais os alvos pintados na parede aumentam,
mais prciso pintá-los até que não exista mais azul.
Porque a sensação é gelada como nos pés e enquanto eu
procuro entender qualquer reflexo, espero mais um pouco
porque os dias pulam como as - no asfalto.
Pra quem entende, nada melhor que eu mesmo rabiscar.
Talvez eu esteja atrasado agora, perdendo os que pulam, mas eu espero.
sempre posso esperar um pouco mais.
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marco
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17:45
terça-feira, 6 de maio de 2008
parece II
Parece não haver espaço suficiente para comer o que vejo,
a vontade é tão insossa quanto os segundos e terceiros passos;
encontrávamos surpresos os brancos em bolsos escondidos nas mochilas, sem querer, a vontade parece maior do que pode o recipiente agüentar. /alguma coisa entre o quadrado maior e os miligramas que deram um nome a ela: insuficiente. Existe uma interminável possibilidade de ter a si próprio, mas parece-me vago, é loucura. Possuir o próprio afoga o que resta de realidade nas águas barrosas de ser, assim é no espelho, como eu me via na divisão de dois ou mais reflexos: era onde escondia minha face – ou duas, ou três ou mais de todas elas que eu sinto, desconheço, mas admito totalmente minhas, completamente eu.
Marco Antonio --
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marco
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17:58
Parece I
Parece que algo cairá e que o algo acontece com ele, ele era alguns segundos atrás, outro será e todos eles: eu. E ainda que a chuva caia incessante e que o tempo pressione minhas têmporas dolorosamente com as mãos ansiosas de uma esperança que não quero – parece-me humilde, pouco, metade da metade que alguém pode querer, mas não eu!- de uma face pouco conhecida, mas que eu não vejo como minha.
Parece que algo cairá, qualquer coisa entre o meu hálito e a dor no estômago e a perna nervosa; o tempo em cada parte dividida de ar, em cada faceta do meu próprio tempo, alguma coisa que eu queria sentir mais úmida em minhas mãos, alguma respiração que faça o viver mais resto do que possível. E porque as lembranças tomam rumos que desintegram-se por eles mesmos, a infância pode ser mais amassada e muito envolvida no que ainda não foi, muito mais que a incerteza. Estar entre meus eles é mais eu do que penso parecer.
Marco Antonio --
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marco
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17:54
sexta-feira, 28 de março de 2008
feriado II
Não há prazer nenhum em relembrar,
existe uma presença obscena, escura e ingênua
que nos acompanha os passos,
sussurrando quando conseguimos relaxar um pouco;
deixando que ela nos cegue, é impossível absorver
por um todo, perdoar ou sentir tudo que existe.
Todas as palavras dizem o que querem dizer,
algumas são aquelas chamas flamejantes de que nos
aproximamos e com um medo e muita certeza, fazemos questão
de nos queimar; então, há algum prazer NA dor de relembrar.
As vezes é mais simples, como os montes
de pedrinhas brancas do jardim,
é possível juntá-las e sentir-se feliz, mas eu, eu sempre assisto tudo
com uma distancia do asfalto inteiro,
eternizando uma saudade que é apenas inevitável, tanto quanto respirar.
Ela esta ao meu lado e noto sua presença quando encontro a mim mesmo;
parte do dia traz respostas intrínsecas, esperas de muito tédio, um tempo banal.
Espero tanta coisa da noite, que lembrei como ficar acórdão faz bem.
É surreal não é você. É o corpo cansado contra mente;
Abrir a porta da geladeira e acender um cigarro;
Olhar pela janela e passar a navalha pela pele; tão distintos
e tão iguais nesses momentos.
Foge de qualquer vontade de viver ou de saber-se vivo;
é sentar apenas,
sentir e distinguir na manha seguinte o que foi sonho e
o que realmente aconteceu.
Marco Antonio
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marco
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17:26
terça-feira, 25 de março de 2008
quinta-feira, 20 de março de 2008
evening.
Agora recordo todas aquelas luzes e o colchão no meio do salão,
a cena parece viver novamente;
Espero ansioso o próximo dia, mas está tão distante quanto
o final do meu expediente.
Impressiono-me –deveria?- com as novas ações,
é tão surpreendente,
que tento atingir sempre o menor perto dela,
o que imaginei que ela acharia absurdo;
em resposta, ela sorri e propõe-me coisas infindáveis,
agrados desproporcionais.
Vejo em seus olhos a satisfação da minha mentira
é tão necessária, mais fácil, apesar de ser menos divertido.
Procuro algo que goste realmente,
alguma coisa que não fique apenas na euforia de
uma madrugada e depois repouse –sem ser terminado- sob a mesa,
afogando-se em papéis.
Parece bem isso diante de meus olhos,
aquele dia e as músicas que ouvia sem parar,
aqueles comportamentos que eu não suportava;
e era um dia longe, um ano longo que terminou sem final;
esqueci de despedir-me, de sentimentos ou pessoas;
foi tão fugaz e talvez não exista uma decisão que tenha
sido mais correta; e mesmo assim, a noite insiste em calar-me,
as horas compreendem incompatíveis o quanto me irritam.
Perco tanto tempo procurando por tempo, por exceções,
por palavras dispostas a me cegar, a me fazer rir e achar,
não suportável, mas normal, cabível;
a achar tudo maleável,
rigidamente vivo.
Marco Antonio :)
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marco
às
17:38
terça-feira, 18 de março de 2008
A hora da estrela ;D
É uma estrela que queima na solidão do mar,
Remói sua cor nas ondas, na escuridão;
parece sempre aqueles quadros,
aquela sensação de deserto, de ponto final.
no corredor lateral, no meio de cigarros escondidos e
janelas abertas, tudo parece tão perdido,
tudo anuncia o que se esgota; o que é um
pouco vazio, esvazia-se por completo e preenche tudo de tristeza,
de forma que preciso escorar-me na parede e me deixar cair até
o chão; esquecer do cigarro, queima sozinho, malabarista de suas
cinzas, é uma estrela na escuridão do corredor,
no poço obsoleto das cerâmicas brancas, é um alívio,
uma única tentativa de alívio.
a casa vazia...but my heart, it don’t beat... canto baixinho,
me despeço desse refúgio; apago a estrela
contra um cigarro vagabundo.
é um facho brilhante que se apaga, mas que deixa rastros,
planta sensações, arrebata o sono, desvincula a si próprio
da raiz da dor original.
Marco Antonio
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marco
às
17:37
E caso exista a consciência que espero, resistirei;
Continuo nublado,
mas cheio de conversas familiares amigáveis, aquelas que a carência nos faz procurar as vezes;
sorrisos e tapinhas: a esperança em meio à relva.
Sinto mais sabor agora, um desafeto maior do que pode ser suportado e uma distância que ajudou a tornar-me congruente.E desisto tão profundamente em alguns momentos,
que deixo-me cair aos ferozes,
descanso em pedras tão sonolentas; me entrego, de fato,
à essa situação,
ao estado que conheço tão bem e que domina
minhas vontades; e eu odeio estar assim,
mas evoco essa situação todas as manhãs; procuro cada segundo
de vazio quando acordo e prendo-os a mim.
É tão doloroso viver sem isso e tão impossível viver à sombra de sentir-se assim.
Eu tenho um sonho, o mesmo todas as noites, o mesmo de milhões.
Espero-o à noite, cansado, à mercê de ser satisfeito por esse sonho,
por uma sensação interminável, até que o sol invada a veneziana marrom.
me engano ao querer dormir...mas durmo tanto. Às vezes afundo na gota que transbordou aquele copo,
aquele que era minha realidade, exagero,
sinto demais, insisto em não esquecer;
desisto novamente; é tudo tão novo, impossível,
inviável para se viver.
Espero o café,
visualizo as pedras nos bolsos, o gás de Mariana, a navalha...
a xícara e o café;
torno-me mais concreto, um tanto sonhador, mas não irreal.
Marco Antonio :~
Postado por
marco
às
17:36