ok, nada como um dia depois do outro. haha.LEVEME. apesar do
mau humor matinal habitual que se estende pelo o resto do dia, o
dia nao ta tao bad quando ontem.- oh, so cool.(risadinhasironicas).
último dia de aula, último dia de prova, último dia de uri, tirando a
festenha de sexta. andthelord sabe como preciso me ocupar aqui.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
.
é, estou aqui nesse dia ruim, repetindo isso, só para constar.
luminaria no chão, gato Lênin pendurado na janela, vento, ouvindo
i don't blame you, mas isso não significa nada pois não ha nada
para se fazer. sabe,quanto a não perdoar alguém. ok, poderia
começar as rebeldes conversas sobre os pais separados e tal, mas
todo mundo já sabe isso e todo o mundo sabe a merda que saiu dessa
geração. me questiono agora sobre escrever essas coisas banais aqui
( o gato pulou pra fora) e talvez a resposta seja a falta de companhia.
tanto faz, só não tenho o que fazer: tédio glorioso. ninguém chegou
ainda e já passaram as duas horas e confesso que tentei dormir, mas
fiquei olhando pra parede ao invés de ir estudar. estudar pra quê?
*dando uma de Lady Averbuck do interior sem grandes visitações.
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marco
às
21:19
nao sei as 2 da madrugada.
não bastasse esse dia ruim, ainda precisei mudar o layout dessa merda
que ninguém lê. eu queria escrever bem ASSIMcorridinhotudojunto,
e toda aquela parafernalha ali do lado não ajudavA caso faça diferença
pra alguém: está tudo lá ni finalzinho do fundo preto.
o-k. não bastasse esse dia ruim, estou remoendo muitas coisas. uma
delas é o meu "não sei" eu nunca sei nada, pra mim tudo 'tanto faz',
mas eu reclamo depois de terem feito o que pra mim tanto fazia.
por enquanto eu estou entendendo. PRECISO parar de 'nao saber'.
as pessoas sabem.,, eu devia saber. devia saber. devia saber.
eu PRECISO dormir e como não durmo fico respondendo 'não sei'
as duas da manhã pra alguém quando na verdade eu queria responder
'logo, logo' ou 'amanhã, amanhã' ou 'terça,terça'.
não sei, se a resposta tivesse sido diferente
o dia não estaria tão bad. não sei, só sei que GOSTEI. não da minha
resposta, mas de todo o resto.
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marco
às
19:09
.
dia ruim pra caraleo. sim,13 :44. nao sei, acho que nao tenho o
que fazer. estou esperando aquela encomenda vermelha de minha
mãe e preciso ficar acordado mais duas horas porque se for dormir
agora, nao consigo acordar quando chegarem. Vou abrir a porta,
ficar em pé - podia lixar as unhas - e dois minutos depois está tudo
d-e-s-c-u-i-d-a-d-o-s-a-m-e-n-t-e descarregado na garagem e eu
posso dormir, mas daí faltará uma hora pra ir na aula, terei que tomar
banho e todas essas coisas - ou pular todo esse ritual fajuto de quem
não tem o que fazer - e não posso dormir porque preciso acordar porque
tenho prova na qual irei me ferrar porque não estudei PQ PQ PQ PQ PQ
PQ PQ PQ PQ PQ PQ PQ PQ PQ PQ PQ PQ PQ PQ PQ PQ PQ PQ PQ PQ
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marco
às
18:48
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
antecipações.
como agora posso dizer que realmente não durmo.
planejei cada passo e palavra e continuo aqui sentado
sem dormir, mas os olhos me denunciam. acredito
demais quando me prometem e fico pensando coisas
pessimistas
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marco
às
20:52
terça-feira, 25 de novembro de 2008
.
apareço.halellujah. dou dois passos e apago.
o dia termina e a sensação de tudo ter sido
feito da maneira errada permanece. é assim.
roubar e matar. ser feliz e transar. a mesma
sensação permance em qualquer segundo de
sentimento., no happy., hoje eu disse que nao
podia ficar e fiquei mesmo assim. abandonei
o que devia procurar, abandonei, droga. mais
um pouco de sol amanhã, caminhar e fazer cara
de peixe morto pras atendentes de banco que
de tão burocráticas e cheias de mim, já fogem.
mais um pouco de sol, de saco, de sono e pó.
ganho pouco, nao me divirto e ainda fico horas na fila.
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marco
às
23:58
sábado, 15 de novembro de 2008
tremer por.
qualquer coisa, algumas palavras tremidas que
saiam dessas
pernas. enaqunto o sol se infiltra por entre os
galhos e as sombras de cachorros e cadeiras,
escapa também essa mão tremida.
tremo pela falta de novidade, por não ser
surpreendido. tremO por deixar escapar em
videos, em sexos muito confusos, em sinais
que não foram entendidos, em grana desperdiçada.
não posso me conter e bato mais forte: o sol me
atravessa inteiro agora.
atravessa as batidas rápidas do meu coração, o
medo de mostrar-me, a exaltação do aprisionamento.
que faixa vermelha desce sempre nessas paixões
de uma viagem de ônibus ?
dez minutos por noite, cinco dias por semana, muitos
amores em um mês, histórias inteiras de sentimentos
inexistentes. a mesma solidão,
a carência inclassificável.
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marco
às
19:57
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
jump in.
as pessoas aparecem. não sei bem se é como estou
pensando. estou sentado aqui e bem queria depender
menos de tudo isso; não me sobram mais as manhãs de
sábado, eu paguei por todos esses dias e nem
sei o que fiz com eles.
esvaziar toda a preocupação: ela me olha como se eu
não pudesse ter feito nada,
pois nos últimos dias eu exagerei. preciso entender que
daqui pra frente tenho que começar a fazer como todo o mundo:
'jump in'.
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marco
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22:50
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
.:.
.
.
queria pedir pra parar. Eu acredito em você, mas todas
essas palavras, tudo o que tem me contado esta me
fazendo mudar. finjo que não, mas me pego sorrindo, me
acho colorindo esses meus cantos tão particulares, tão
encurralados que me dizem pra não confiar nas tuas palavras
doces. Mas elas são realmente doces e escorrem por onde
podem me tocar. queria pedir pra parar.
que não diga que sente se não for verdade. mas eu confio,
não tenho o que fazer agora.
se perdesse essa graça, estaria vazio, mas esse é o ponto no
fundo, a vaga lembrança do desespero e do medo de não tê-lo:
ele anestesia o fim e apressa a chegada da resoluçao inteira.
tudo esta sob falsos pilares, preciso substituí-los e isso nao
depende de mim nem de alguma coisa que eu já conheço.
Enquanto observo e espero,
me apoio nas palavras sussurradas e no teu sexo esperando sob
a luz rasa. As noites são melhores quendo tenho isso que tu
representa, mesmo que isso não seja tudo o que pode oferecer.
.
.
.
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marco
às
14:32
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marco
às
14:18
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
ócio, decisões, não ter alguém =
.
.
Como assim? não entendo o que não fiz o dia todo.
Não fiz história,
não fiz comida,
não fiz sorrisos,
não fiz cigarros. Devia ter feito alguma coisa.
Devia ter feito ondas com os dedos naquele copo vazio,
devia ter feito uma música e me
preocupado com tudo o que vem acontecendo.
As vezes olho pela janela e só posso ver essa parede verde que
começa com tijolos descascados e cheios de limo. Como assim?
agora penso que devia ver mais, mas eu não posso enxergar.
Quero te dizer que cada vez mais eu me vejo menos.Sim,
me
vejo agora: estou deitado de lado na cama, fones de ouvido
jogando Pink Floyd em mim, pés estendidos e cruzados, alguns
livros abertos sobre os vários travesseiros mostram que começo
e tento me prender a eles, mas não percebo muita coisa. A luz
tornou-se amarela novamente,
posso me ajudar, posso observar tudo, mas só quero te dizer que
esse estilo de relaxar e ser tão sexual é mentira. Não acredito que
tudo vá dar certo e
se o que venho pensando se confundir com que venho sendo,
serei eternamente essa dúvida fingida que não sai do lugar!
Entendeu?
eu vejo tudo o que acontece. Vejo o que acontecerá e o que
pode acontecer.
um deles está distante demais - é assim que o sinto -
pode adivinhar qual é?
Não sei,
trouxeram-me restos de pipoca doce e tentei dar um
significado a isso. Preciso dar significado para adivinhar o
que acontecerá. Por um momento acho que posso escrever
alguma história, mas precisarei dar vida à personagens,
precisarei continuar aqui deitado e meus pés já
se cansam e essas mesmas músicas tocando sem parar
transbordando em mim. As vezes eu olho e planejo tudo
tão bem que um cigarro parece o topo: eu posso tanto e
fico muito bem. Então chegam esses trinta dias, essa data
terrível, essa renúncia e essa
promessa de festas, sempre odiei tanto essas festas que
começo a planejar fugir delas,
e planejo demais,
planejo coisas que me deixam mais longe,
cada vez mais longe dessa distância de mim mesmo.
Eu diria que quero ir, sabe? Mas tem tudo isso que envolve
tudo isso sobre EU ir e daí, o que posso fazer? sei lá.
Não fazer nada e esperar que a 'the wall' acabe.
Devo continuar olhando essa parede de tinta barata
ou trocar de janela
-ir até o quarto ao lado -
ou mesmo pular por alguma delas?
quero alguém que deite aqui e me ajude a enxergar.
tenho estado sozinho demais pra
fechar esses livros, pra acaba-los e vestir minha calça.
A música acabou.
O vento esta
forte e frio
e eu
fecho a veneziana.
.
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Marco Antonio
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marco
às
22:09
domingo, 19 de outubro de 2008
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
i say no.
vou embora dessa merda,
nao quero decidir nada,
nao quero falar com ninguém,
preciso beber e decidir,
decidir e depois beber arrependido. vou embora agora,
logo que puder, assim que tudo terminar e
nao existir mais nada em que eu acredite e ninguem que
realmente importe. vou dormir enquanto ainda não fui !
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marco
às
15:01
terça-feira, 14 de outubro de 2008
bad day.
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marco
às
22:12
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
gozo.
.
que desestimulante.
por isso acho que deveriam congelar
ou mover no âmago do climax que nos
enfurece e enaltece. pois
o descanso é desestimulante
a frigidez do depois, o acaso
com que o passado repousa murcho no presente
faz com que eu diga que nao vale a pena viver,
só
até
o momento...........................................certo.
.
.
Marco.
Postado por
marco
às
21:49
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
três pessoas.
nao posso fazer disso um grande acontecimento,
fico esperando,
lendo e ouvindo essas músicas, e na minha vez de
caminhar ninguém me espera. Aceito o que me
oferecem e sempre vejo as mesmas coisas.
prometo que vou acabar com a babaquice, mentira!
porque eu sempre volto. nao posso dizer o quanto é
previsivel tudo o que vejo tu fazer., como se cada olhar
ao teu lado fosse uma previsão do que verei quando
estiver indo embora. é quase ciumento, acho que é
quase rídiculo ser você.
quero trocar as pessoas
continuar lendo e ouvindo essas musicas, mas sem esperar ninguém. nem a mim.
Marco Antonio
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marco
às
21:10
três papéis.
.
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,hoje vocês me chamam e de repente isso
pareceu engraçado.
preciso me fazer de infatigável, cubro o
rosto com a coberta azul ao invés de fechar a fresta por
onde o vento ecoa. Queria
aquela luz, a descida linear
a sobriedade que resplandesce em mácula. preciso dizer
a mim mesmo que estou cansado demais pra fazer dos
próximos anos o que os últimos meses não foram. existe
uma conexão que não se dá por conhecimento, corpo ou
livros iguais, mas por tempo., somos todos o mesmo se
encontrando em momentos certos e distintos pra cada
um.
preciso te contar que estou cansado demais pra aguentar
o que acho que acontecerá. tudo se caracteriza nisso. eu
esqueço coisas sob as coisas e nem ao menos me importo,
nem ao menos sinto falta. O horário era esperado e sentei
pra me apresentar. é, a imaginação esta fazendo da espera
uma coisa previsível, e como disse, CANSaTIVA.
Marco Antonio.
Postado por
marco
às
21:00
domingo, 5 de outubro de 2008
.correr e desconhecer.
.
droga, eu corri e eu vi. passei uma vez e te vi de costas,
achei que era, mas a cena parecia tanto com as [nossas]
cenas, claro que com outro cara, que eu preferi continuar
a correr. eu vi um corpo diferente, um rosto magro e o
cara de camisa preta, ok. preferi fingir que nao era mesmo.
continuei correndo, sufoquei, me faltava ar com aquele
vento gelado e meu corpo quente. Na volta, vinte minutos
mais tarde, já stava na descida, que antes foi subida,
correndo ainda, e vi de longe a camisa dele voando aberta.
jurava que podia ser outro alguém, mas o alguém se virou:
era exatamente você. acho que eu nao queria isso, eu
não gostei do cara da camisa, eu gostei de ver teu rosto
magro depois de todos esses meses.. tirei os fones de ouvido
e parei, tentando respirar. Eu só ia dar um 'oi', mas tu deixou
ele e caminhou pela calçada até a rua onde eu estava. Ele me
olhou e agora eu acho que ele não gostou de nos ver, onde eu
cheguei, eu devia estar com ciumes, nao estava (?).
deus! pra que conversar comigo, pra que dizer que eu nao
mando mensagens e dizer que na ultima vez que saiu de lá
resolveu nao voltar..? e o cara da camisa me observando
incomodado! Sim, eu esperava qualquer coisa numa corridinha
de domingo pela avenida deserta num dia de eleições, domingo
nunca dá nada bom. cansei de não reconhecer mais ninguem.
Postado por
marco
às
19:50
escrever ou não.
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existe essa história com os personagens.
não consigo desenvolvê-la porque ainda
nao encontrei um enredo que me satisfaça,
se não estou gostando, não posso avançar
nisso. Falta um pouco de tudo, algo que fisgue
os meus olhos e que me faça esquecer das outras.
Quando tiver certeza de qual escreverei, quando
tiver apenas uma, a singular, a única e estiver
toda em mim, começo a escrever. Mas nada sai
muito bem, tudo é tolo e clichê demais,. confio
pouco em minhas próprias histórias e vivo elas
menos ainda.
Marco Antonio ~
Postado por
marco
às
12:48