Eu atirei para que tudo acontecese,
todos ficaram sabendo,
teu plano foi abortado.
Isso acabou comigo,
ferraram todos os meus pensamentos
Porque
quarta-feira, 14 de março de 2007
terça-feira, 13 de março de 2007
Hoje eu vi algo que não consegui enxergar.
Senti coisas que não vibraram,
maeu café está com gosto de água quente,
minha garganta dói...eu suplico,
faço uma oraçao.
Um sentimento de vida arrebata meu corpo,
o tapete continua em frenta a porta,
e mil idéias surgem pra mim,
novas possibilidades estragam antigas açoes.
Eu recebi tuas palavras, teu carinho, eu senti tua falta.
A garganta continua doendo,
mas uma nova vontade brota em meus olhos,
eu testava uma nova chance.
Marco Antonio
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marco
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13:29
quinta-feira, 8 de março de 2007
Um longo caminho eu vi em minha frente,
entao pensei em morrer.
O asfalto parecia quente, como o ar que eu respirava.
Eu acordei, cheirando a canela e a manha de domingo.
Lembrei do meu quarto,
cama, paz, privacidade.
Eu vi e ouvi loucura, pressao, maos e cabelos,
um bom dia irritante e estridente, um aperto de mao.
Todos estão neutros,
acho que ninguem mais consegue sentir por mim
Mas tudo esta agridoce agora,
tudo esta fora de questao.
Ele era um garoto problema,
agora e um menino cordial que sente cheiro de manha
de domingo,
mas preferia [como antes] acordar no domingo a terde
cheirando a noite de sabado.
Marco Antonio
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marco
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15:12
Não me perguntaram sobre os meios,
sabia que era o quarto,
os próximos,
longe de sua vez.
Eu podia ver....como todos se instalavam e
sabiam fugir.
Como no dia anotado,
caminhando como gatos,
fingindo como fantasmas.
Tão bonito...
lábios perfeitos,
rostos enganados, sensações enaltecidas,
alguns olhos apaixonados e
sexos em plena partida.
Marco Antonio
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marco
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14:03
As vezes eu olho tudo ao meu redor,
caminho apressadamente,
ouço o som de meus passos,
dobro a esquina de encontro a lua.
Choro lágrimas secas;
luzes começam a me cegar,
faço perguntas tolas e
sinto muito pelo meu modo de [estar]
Tão melancólicos alguns desses pedidos...
verificaram nenhum progresso,
tudo continuou girando e
eu não tive nenhum avanço.
Nao, eu não vou sentir se ninguém me chamar,
seria ótimo anciar por uma alma mais preenchida,
por mecanismos mais perfeitos.
Os circulos coloridos piscam em eterna ebulição,
me sinto igual, tão disperso quanto antes,
vivendo naquela eterna solidão.
Sempre acho que td realmente pode ser um sonho roxo...
e as estrelas ja começam a me irritar.
Minha alma não esta mais presa a pulseiras,
meu amor se dissoleu no ar seco e qualquer
verdade eu abandonei em algma maçaneta amarela.
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Marco Antonio
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marco
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14:03
quarta-feira, 7 de março de 2007
O cheiro era inconfundível e regozijante. O sabor fresco umedecia toda a boca, suas tonalidades sobre minha carne...era marrom, marrom e verde, marrom e preto, preto podre. Sentia-se o aroma, a certa podridão de uma madeira nobre. Aguçava a curiosidade um certo verde musgo sobre o negro, sobre o rosado. O cenário era o mesmo, mas todo o enredo hevia sido trocado.
Marco Antonio
Te falo em viajar eu neh?!
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marco
às
14:03
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marco
às
14:03
Distribuindo palavras
Hoje foi o dia em que o dia foi[dia]
passamos algum tempo juntos,
pouco mais que o suficiente e o bastante para
me calar.
Exato o momento em que fugi de uma certa luta,
maldito o seguindo que esqueci minh ainspiração
em peles gélidas...
Distribuindo palavras,
doando agrados
[enraiveci de tédio]
passei o dia sorrindo para desgraçados;
Pra quem quer a medida certa,
transbordei em principios e
enalteci em pensamentos duvidosos.
Marco Antonio
Reflete mto dos pensamentos atuias; =]
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marco
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14:03
quinta-feira, 1 de março de 2007
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
.
Eu vejo unidade,
mistérios simplórios...
Sacerdotes de lama,
insetos de nosso Snhor;
Agreste e livre são nossos pensamentos,
união e equilibrio é o que procuram...
Invocamos um Deus egoísta, os poderes sob nossos pés,
os lençóis mal cheirosos da nossa consciencia....
Os olhos chamam o deus do ouro,
/[enquanto o sexo chama outro sexo]/
Seu guaraná não e diet,
teu almoço e pago em moedas,
teus atos você paga com si pr´prio.
Marco Antonio
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marco
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13:18
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
Historia sem fim, sem meio e sem história
A cortina branca transparente voava enquanto
ele se arrastava pelo chão. Não havia sangue, e
não parecia haver dor. Parecia apenas uma criança
aprendendo a engatinhar; também não haviam
gritos, nem olhos de horror. Estávamos os dois
naquela velha sala nostálgica, nos lamentando por
todas as lembranças, morrendo por um trágico
aperto de mãos.
Marco Antonio
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marco
às
13:18
O naipe
Chance para quem entrou,
foram-se todas as jogadas...esperávamos muito mais.
Irmãos uq não tinham opções,
caminhos forjados pela verdade;
Nos sentimos felizes por não estar aí...
enquanto sentamos e esperamos a nossa chance,
Distribuem-se todas as possibilidades,
afogam-se todas as nossas vontades.
Marco Antonio
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marco
às
13:18
tODOS SEntiram
Todos falaram e gesticularam,
deitamos na grama,
falamos sobre a vida, o amor e a falta dele.
Curvavam as costas para trás,
ar serenos e embriagante...
Chegamos tao perto,
lutamos tão pouco...
o incerto foi seguido individualmente,
todo o estrago foi dividido.
Eu pensei que um dia tudo vai passar,
e não mais se tu quer que isso aconteça...
Alguns não são mias,
nem todos sabem.
Mas naquela noite, cada leão foi dopado,
todos os peitos foram tocados e todos,
todos sentiram.
Marco
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marco
às
13:18
..........................
Salivando na tua presença,
sem tempo para uma explicação;
Ela não adora você,
o perigo esta em nossos momentos de paz...
Achuva foi tão forte,
estamos indo por todo lugar...
Estou realmente amando o teu silêncio, inspirador.
Marco Antonio =]
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marco
às
13:18
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
Hoje eu me senti eu,
em todos os meu ciclos;
lembrei dos teus diagnósticos
de cada fio do teu cabelo...
Hoje eu senti um pouco de mim,
ouvi a voz rouca do coração,
a recitação de poucos gritos,
de desesperos tao esperados...
Hoje eu saltei pra fora,
apareci só para mim,
quebrei o espelho,
muito ainda a esperar...
Hoje eu lembrei porque ainda estou aqui e
porque meu coração ficou em outro lugar,
com alguém q esquece o que sou e do que eu fiz parte.
Marco Antonio
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marco
às
14:44
"Havia um laço amarrado na chave,
um olhar perto da fechadura
um maligno sentimento de desconfiança
e minhas vontades falsas atrás de uma caneta."
Marco Antonio
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marco
às
14:44
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
2ª FASE
Mais fina soa a demolição...
miados de pessoas,
problemas de seu espiao,
problema já contido e isso certamente todos ja sentiram.
Metade das unhas virou carne,
teus susurros eu dilascerei, justamente eu senti...
em arte transformei.
o colchão afundou repetidamente,
[pra mim pra mim pra mim]
Agora,esta noite...todas as noites
você sabe do que estou falando...
Marco Antonio
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marco
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19:54
terça-feira, 6 de fevereiro de 2007
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marco
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13:35
quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
O Perfume-história de um assassino
"Ou a loucura da velocidade! Para que se precisava de todas essas estradas novas, que eram escavadas por toda parte, e as novas pontes?Para quê? Será que era vantagem poder viajar até Lyon em uma semana? A quem isso seria vantajoso? Ou viajar por sobre o Atlântico, e zunir em um mês até a América- como se durante milênios não se tivessse passado bem sem esse continente. O que é que o homem civilizado tinha perdido na mata virgem dos índios ou entre os negros? Até para a Lapônia se ia, isso ficava ao Norte, nos gelos eternos, onde viviam selvagens devoradores de peixe cru. E ainda queriam descobrir mais um continente, que se supuha estar no oceano meridional, seja lá onde isso fosse. E para que essa loucura? ...."
"...a felicidade do ser humano provém do fato de ele não querer ficar quieto no seu quarto, onde é o seu lugar..."
"...Num copo d'água deveriam, desde há pouco, nadar uns bichinhos bem pequenos que antigamente não se enxergavam; a s´filis seria uma doença normal, e não mais uma punição de Deus; Deus não teria mais criado o mundo em sete dias, mas em milhões , se é que chegou a fazê-lo; os selvagens seriam sers humanos como nós; nós criaríamos erroneamente nossos filhos; e a Terra não seria mais redonda como até agora, mas chata em cima e embaixo, como um melão.
"...esses Diderots e d'Alemberts e Voltaires e Rousseaus e como se chamavam todos esses escrevinhadores- até elementos do clero havia entre eles, e senhores da aristocracia! Eles realmente haviam conseguido espalhar por toda a sociedade a sua própria p´rfida inquietação, o simples prazer de não estar-contente e de não-conseguir-se-dar-por-satisfeito com nada desse mundo, em suma: o caos sem limites que imperava em suas cabeças!
Postado por
marco
às
14:16

