quinta-feira, 9 de agosto de 2007

hoje

O-d-i-e-i o dia de hoje, aliás, tenho odiado tudo nos ultimos dias.


só para constar.. tuda parece decair.. dificil explicar o sentimento em relação
a alguem novo na sua vida, que parece fazer falta mesmo sem ter grandes
participaçoes, ô saco...

sábado, 4 de agosto de 2007

Aurélio

SEM Prep. designativa de exclusão, falta, condição exceção, etc.

VON.TA.DE S.f. 1. Faculdade para fazer ou deixar de fazer uma coisa. 2. Disposição favorável de agir. 3. Firmeza de querer. 4. Livre arbitrio. 5. Veleidade, capricho. 6. Espontaneidade. 7. Prazer. 8. Apetite. 9. Tendência. 10. Disposição de espirito. 11. Determinação. 12. Disposição boa ou má em relção à uma pessoa.

*fodam-se* Faltando em dois compromissos importantissimos nos dias 4 e 6 . Parabens mana, parabens nadja.


É melhor ser indiferente e digno, do que ser infeliz e patético.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

...

Minha mãe sempre gostou muito de fazer pudins.
Pudim de leite, leite condensado, pudim de pão.. /
normalmente o fazia no sábado que tinha tempo, e
começava com muita vontade, com toda serenidade
e alegria., tudo parecia dar muito certo, a fôrma dançava
um funk dentro de outra panela em seu banho-maria e
tudo continuava parecer correto. Retirava a fôrma e
esperava esfriar, depois disso levava a geladeira e la
o pudim ficava algum tempo. Depois de tudo isso, quase
assoviando e dando pulinhos ela ia desenformar o tal
pudim que seria devorado em minutos. Normalmente se
ouvia um "puta merda" ou "droga" -mesmo ela não sendo
de se expressar dessa maneira, qndo algo realmente a
irritava ela soltava alguns desses- e não precisavamos ver
que o pudimhavia quebrado, se desmanchado, despencado...
parecia ter sido colocado no liquidificador. Isso realmente
não a deixava muito feliz. E nós, comeríamos o pudim "triturado"..

Não quer me reter a ficar aqui explicando como posso atribuir
e encaixar o fato do pudim de mamãe para o que vivo atualmente.
Talvez alguem entenda, troque mãe por minha pessoa e o
pudim por papéis e explanações pseudo artisticas de mim
mesmo ;)

Isso aqui anda uma droga, pq esta refletindo como estou.

quarta-feira, 18 de julho de 2007

..

[o humor está depressivo, a auto-estima em baixa com sentimentos de inferioridade, a capacidade física esta comprometida, pois a sensação de cansaço é constante. As idéias fluem com lentidão e dificuldade, a atenção é difícil de ser mantida e o interesse pelas coisas em geral é perdido bem como o prazer na realização daquilo que antes era agradável. Nessa fase o sono também está diminuído, mas ao contrário da fase maníaca, não é um sono que satisfaça ou descanse, uma vez que o paciente acorda indisposto. Quando não tratada a fase maníaca pode durar meses também. ]

segunda-feira, 16 de julho de 2007

SoSorry

Sinto Muito
Feist

Sinto muito, duas palavras
Sempre penso depois que você vai embora
Quando percebo que eu estava agindo super errado
Tão egoísta, duas palavras que poderiam descrever
Minhas velhas ações quando a paciência está por um fio

Não precisamos dizer adeus
Não precisamos brigar e chorar
Oh nós, nós podíamos nos abraçar bem forte
Esta noite

Somos tão auto-suficientes
Escravos de nossas próprias forças
Tememos nossas próprias emoções
Não, ninguém sabe onde fica a praia
Estamos divididos por um oceano
E a única coisa que sei é
Que a resposta não é para nós
Não, a resposta não é para nós

Me desculpe, duas palavras
Que sempre penso, oh, depois que você já foi embora
Quando percebo que agia muito errado

Não precisamos dizer adeus
Não precisamos brigar e chorar
Não nós, nós podíamos nos abraçar bem forte
Esta noite...

tradução de So Sorry, da feist. Mandei pra alguem
que gosto bastante O.O
;**(o beijo eh pra pessoa, haha)

Marco Antonio

rá.



eu odeio olhar aquelas fotos
pq significam todo o significado da minha
vida que inutilmente não
significa algo significativo
para entrar em dois
corredores em que elas
correm em direção à correira
diaria que tem diariamente muito
significado na vida de paula.

Depois de explanar tantas
vezes as explicações
que não levavam ela a nada,
resolveu nao resolver
mais o que dvia ser resolvido e
cansou de ser cansativa
e cansar o cansaço dos outros
com suas cansadas explicações
clichês
e
passadas.
Ela estava louca e ele também.
De tanto conviver com a loucura que
o outro emanava pela boca e
pelas mãos.
enlouqueceram de
mãos dadas até
que a loucura
chegou
completa e amargamente.

seu filho odiou ter de provar
tanta amargura
hereditaria que lhe foi
passada hereditariamente...
tudo pareceu tão confso quando me contou.

sábado, 14 de julho de 2007

tudo.


Eletricamente tentamos ser a mesma coisa
a mesma coisA.
A mesma coisa feliz de parar o coração.
Nos encontramos onde paramos,
onde haja fogo..
Nos encontramos onde haja mais lugar para
repetir.
Não encontramos as transmissões.
simples olhar sobre tal mundo miniMo. eu sinto
tuDO,
as janelas do TODO.
e nos encontramos onde paramos nossos corações..
Velha história,
nos sentimos no todo.


Marco Antonio

Redundante.,

Eu me desculpo pelas palavras
e a ardente fragância
Não somos todos que choramos nem
todos aqueles que curamos esta noite.
Dê uma forma ao não sentir o
badalar das letras em seus lábios..
eu me desculpo pelas palavras
que me estremeceram..
E sem razão, todos choraram.
Enquanto penso em dizer Adeus,
estanoite, eu deitarei sobras as suaves
desculpas e me desculparei por qualquer palavra.

Marco Antonio

[Me desculpem pelas desculpas o.O]

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Platão e mais bobagens.



Ta, depois de fundir a cabeça após ler uma
teoria de Platão[algo sobre voltar ao lugar
da alma] consegui, ou tentei aplicar isso ao
q acontece atualmente comigo.

"Platão acreditava numa realidade autôpnoma
por trás do "mundo dos sentidos". A esta
realidade ele deu o nome de mundo das idéias.
Nele estão as "imagens padrão", as imagens
primordiasi, eternas e imutáveis, que encontramos
na antureza. Esta notável concepção é
chamada d a teoria das idéias de Platão".

Bem, ele dizia [falando de forma bem xula]
q vemos ou classificamos algo como feio,
por termos idéia d q eh feio, obviamente.
Mas só temos essa idéia, essa imagem do feio,
pq temos guardada a imagem da perfeição,
ou seja, sabemos o que é o perfeito e por isso
sabemos que o q é inferior a akilo, é
consequentemente feio. Aplicando, posso
eu não ter tomado a iniciativa de voltar por
não ter certza de q la eh melhor?

Conversando isso com o Pedro,
ele fez algo q vai tirar o meu sono, mais
ou menos assim: Temos medo da morte
por não querer voltar para o lugar de onde viemos?
Pensando em cima da teoria, seria isso
mesmo, e acho que até pra mim isso seria assim.
Marco Antonio

Bobagens que a gente escreve.

Conversando com a Ana sobre o que
penso daki, comentei que nos ultimos dias
tudo tem sido bem mais tranquilo.

Tenho fome, tenho vontade,
meio indiferente mas
as coisas melhoram.. notei muitas cores

que antes se alternavam em tons singulares.
Notei todas as cores, um lugar mais

colorido que o sul e mesmo não
achando isto bonito, gostei.
Tirei fotos e não gostei. Talvez tenha me
enganado com alguem ou sei la o que
aconteceu, mas o normal geralmente eh

ficarmos com quem nos faz bem, quando
enchemos o outro de bolo, em suma,

concluo que a presença não eh bem vinda ou
que algo aconteceu no meio do tempo.

Segunda opção mais provavel q a primeira,
to viciado em ouvir as musicas de bebel gilberto,

mas kings of convenience tb no sai do ouvido.
ok, sem coisas a contar, amanha chega minhas camisetas,
Natha, elas vão chegar! ainda to de folga,
ah. estou de folga essa semana, e fiko o dia tdo sem
fazer nada, o que não requer muito esforço

mas cansa bastante. Tenho vontade de sair
a trde e andar pela cidade, mas o clima eh quente

demais e o sol insuportavel para isso.
Faço o que posso, e não me esforço muito.
Não me acostumei com o lugar,
mas tenho tentado tornar tudo o

mais agradavel quanto possivel.
Berry fez uma previsao pro próximo ano,
de roer todas as unhas e sentir frio no estomago.
haha [sem dor de estomago em duas semanas]
sonhei com a nadja, alias, nadja, te amo!

Subscrevo-me por falta de mais bobagens.

Marco Antonio

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Estar.

Saída inteligente
prospecto iniciante,
indulgente nuvem Que cai.
Pesada dor inconsciente,
Um nervoso arrepio no estômago e
durável âmago traidor.

Minha raiz que jamais temperada com esses
ideais suspirados..
mal passados e sangrentos.

aquela segura sensação de medo,
palavras doces e envenenadas que
não se ouve mais.. e que tanto faZem falta.
minha religiãO.
Penso.
Brancos pés que apoiam esta folha,
por quais sangra,
inocente a interna morada da instabilidade.


marco Antonio

Abstracoess

Barulho suave em torno de céuS e
de tantOS
movimentos Graves.

Pés perfEitos,
infiltraçÕes
de milhares de entendimentos VermelHos.

EstrUtUras de SangUE, água qUEntE em dolorOSOs
momentos de glória.
surpreendidO.

Amável sensção de Se EstaR Perdido.

Marco Antonio

quarta-feira, 4 de julho de 2007


Subsídio.
Antigas formas humildes de ser
retornam aos retratos rasgados da
decepção..
fomos, somos..estamos.
De certa forma sempre,
de vez em quando às vezes..
e ela sempre esta atrasada.
Tenho velha tendencia de não estar,
e grande semelhança na hora de rejeitar.
Por mais que o tempo e os tijolos mudem,
o ar úmido e o hálito menta estao sentados
no mesmo degrau,
sobre o mesmo verde musgo tão brilhante
quanto os olhos negros e cabelos macios.
Despreza-se qualquer descrição dourada
sobre hábitos mal resolvidos.
Ela está para responder e interagir.
Detestantes respostas para uma vida
não atingida..
Vontade de chorar, e me vingar de mim mesmo
por não sentir tais sentimentos que por consideração
eu devia honrar.

E por amor, nos afogamos em nossas
próprias vidas...


Marco Antonio

Acho que não.


E não sinto os lencóis e decisões sobre
a dor jamais perdidas
Diante de tantas fotos infames
eu não posso ver a trajetória..
Passos delgados de uma natureza escura,
dias que nunca voltarão à beleza
Eu não posso ver quão escondidos possam
ser esses caminhos..
Iluminadas lâminas esparsas por
barulhentos botões que prendem certos laços.
não posso ver motivos que me mostrem real valor..
me parece cego tudo que me trouxe..
tão escuro quanto o fundo de maldade nas intenções.
eu não posso ver o que eu fiz.
Sem precedentes,
não vejo o uanto inunda os pequenos quadros..
não posso me ver no espelho,
mergulhado em um tapete marrom avermelhado
com cheiro de oliveiras e recoberto de arrependimentos..

Marco Antonio

domingo, 1 de julho de 2007

Antepassados.







Andar por aquele lugar me perturbava.
Eu sentia todo aquele cheiro de sexo,
de cigarro e lençóis mal lavados.
E tu me enojava.
Eu sentia grande estagnação, via suas coxas
e toda a traição que se levantava. E via seus sexos
destapados e misturados, exaustos e eu ali com
imensa, silenciosa e rancorosa dor de te ver.
Fui também em silencio, deixei teus pés e
teu amor em algum lugar que não me pertencia
e ao qual não deverias ter visitado.


Depois de grande e resistido tempo, eu
comecei a achar toda a cena excitante.
Depois de já ter formado uma revolta e um escudo,
acho que seria interessante tais brinquedos,
e segundo consta não são tão remotos assim.
Marco Antonio

Eu não SEi.



Olha, talvez realmente o seja como comentou,
mas não sei. Falei com a mãe a pouco tempo e
mesmo com certa vontade de chorar, nao o fiz.
Aos poucos sinto uma anestesia em meus sentimentos,
como se eu fosse me acalmando e fosse decaindo e
cedendo ao que me dizem ser bom, certo ou agradável.
De veras eu não estou preocupado,
e achjo q realmente é isso...eu não estou.
Não estou pra nada, nem pra mim mesmo.
Sempre penso que o que estou fazendo aqui é dar
um tempo pra meus pensamentos que estavam muitol
perturbados no fim do ano passado por conta de Cris e B, sei la.
Outras coisas que também mexiam com
minha paciencia estavam me corroendo.
E agora que percebi que se eu tentar tornar tudo menos ruim,
se torna menos ruim.
Pq não adianta se corromper e enlouqecer, é isso e é isso.
As coisas são assim e vão serté que minhas ações e
opiniões sejam adultas, depois dos senhores 18 anos,
e claro q nem ai as coisas mudarao,
pois terei dinheiro pro pileque mas não pra curar a ressca e
por ai vai...mas eu ao menos poderei dizer "isso", e "isso"
terá de ser engolido, afinal...acho que não
vou receber um soco. bla bla blaNão sei se eu gostei,
afinal eu estaria com um grande sorriso de orelha
a orelha, mas ele disse que sim e
eu acreditarei na medida do possível.
É inacreditavel mas as esquinas em
?Canarana também tem seu valor,
depende de quem esta com você.

[por aí vai minha nova vida interiorana
sem graça e sem tempo determinado ;D]
[ah, mais uma coisa: Quero um pouco de
líbido em minha vida, aiai que falta...]
Marco Antonio

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Do bloquinho.

E por surgimento,
desesperam almas ressequidas.
Sossegam amores e desencontros.
De uma forma ambígua,
falada e mal descrita...
Tocamos em alto, em grupo e em desigual.
Suprimos medos e botões,
xadrez e tudo que tão cedo irá voltar,
surgir e por fim definhar.

Marco Antonio

segunda-feira, 25 de junho de 2007

MãeS.

Tenho esse medo e essa derrota dentro de mim que consome cada fagulha vital de meu corpo. Esse sentimento que só você consegue acentuar e ao mesmo tempo acalmar, e por isso estou indo embora. Muitos pensariam que meu “ir embora” é como sair para fazer compras e não mais voltar, ou mesmo voltar para a minha terra natal mas não se trata disso. Também não quero que todos pensem nada, tão qual que saibam o que se passava em nossa sala aconchegante no inverno, não quero que pensem que em algum momento eu deixei de ser feliz, e talvez nem o tenha. Na verdade, acho que eu deixei de senti-la, acabei por menosprezar o que havia de ingênuo e em pequenos suspiros sem atenção eu deixei a desejar, eu fiz com que o encanto que minha existência trazia se apagasse e isso pesa em minhas costas, atrapalha meu sono e o meu viver. Não consigo me organizar e não consigo parar de pensar, e claro, querer controlar os próprios pensamentos é estar a um passo da loucura, e talvez eu o esteja. Ouvir de tua boca o suave veneno de me desprezar, me fez lembrar o dia em que gritou em meu rosto o sofrimento de me carregar. Lembrou-me o disforme dia em que você se mostrou pra mim e que eu mostrei a mim mesmo que estava sozinho. Desse dia em diante algumas coisas mudaram- sempre queremos mudar- mesmo assim, continuam sentindo por ti, e de uma hora para a outra, eu não estava mais ai. E mesmo depois de tantos meses e de tantas coisas novas e asas presas, lágrimas e tristezas, eu teria satisfação em estar de volta. Ontem, você me mostrou a face que eu havia me esquecido desse lugar, e lembrei de toda mesquinhez e toda humildade exagerada de pessoas que temem aumentar seus próprios limites, como isso me irritava.. mas retomando a palavra, sinto que meus pulsos cedem de uma forma exacerbada e tolerante. Minha cabeça resolve cair e eu sinto uma dor insuportável nas juntas, nas pernas em todas as partes. Penso nos filmes e livros em que as pessoas escutavam seus próprios sentimentos opostos discutindo, eu não ouço, mas eu sinto exatamente isso.
De um lado minha ânsia de sentir-me extasiado e ao mesmo tempo confortado e seguro, a indolente forma dizer a si próprio que algumas coisas devem mudar, mas é realmente isso, não tenho força e não me sinto confiante a ponto de mudar, recomeçar ou arriscar. E por isso insisto em querer ir embora. Não aquele embora frisado no inicio do que escrevo, mas acabar com tudo, ou finalmente ir ao encontro de um recomeço um pouco mais complexo e espectral. Não consigo visualizá-lo, mas acho que seria como sempre imaginei...lâminas, cores vermelhas e vibrantes e um branco extremamente branco, brilhante e puro almejando força. Talvez fosse assim, mas acho que visualizo a realidade de como seria, e de veras isso me perturba um pouco. Sendo assim, eu quero ir embora, mas covardemente espero um momento de real aperto, uma situação em que me sinta em divida com algumas coisa, como quando não sentia mais saída e que talvez todos se desesperassem, eu desistiria de tudo da forma mais poética quanto possível, e se não fosse possível, seria uma cena suja, banal e realmente dolorosa, a coisa mais dúbia a se fazer, corajosa e pateticamente covarde. Talvez agora que tenho alguém por tempo determinado pra me fazer bem, não irei ainda... tudo isso me excita e deixa com uma indelével sensação frenética de ansiedade, com certeza eu sinto isso...e também tenho certeza que não tardarei em partir, mas a minha partida...
...e além de tantas frase e tantas formas maleáveis de se sentir, tu sempre foi meu ponto, meu centro, minha dor, minha fuga, alegria e amor
.
Marco Antonio
[. no inicio seria uma carta de alguem para alguem,
logo depois seria uma carta de suicidio(nao q nao tenha
sido) mas eh q fikou mais profunda, talvez ateh algo meio
manipulador e chantagista! MAE, acho q um pouco da carta
-se nao por completo- é para você.
segunda feira, subscrevo-me por aki, ja que devo trabalhar
neh. penso e me angustio...em alguma parte do tempo, algo
acontecerá..] Beijosenaomeliga,
massevocefordaminhalistarestritadepessoasinteressantes:
beijomeliga,podemossair.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Talvez.


Me leve para qualquer lado
que nao seja responsavel,
que nao me veja como linhas, e
que nao me ame em suas culpas de amor.

Me deixe em qualquer canto
onde vazem periodos de dor,
com uma certa manha ensolarada.
E quando cairem velhos salarios, preferivel esperanca
de nao amar ninguem.

Nao tem nada.
Nao sobram palmas para sua esperanca.

Uma nostalgia agregada em meus olhos cansados,
minha dor
inconsciente nao agrada,
nao prende, nao define.

Liga hora e pensamento a fora e ninguem me decide a cancao que afinal ira tocar. \

Marco Antonio
[eu sei que adoro a palavra nostalgia xD]

domingo, 17 de junho de 2007

Nostalgia.


Pêlos.
Caras manhosas em meu traveseiro.
Cheiro de sol em teus cabelos, cadeira de ferro e pés na grama.
Mãos dadas na sombra,
sexo matinal e um branco e doce sabor de cinzeiro.
A sensação que não pode-se descrever: Sentir teus pés nos meus,
e lembrar deles ao som de um filme ligado e nossos gemidos abafados.

Marco Antonio.

A foto é pq justamente foi essa a noite em que vimos closer, uns 3 meses antes d eeu ir embora.
E foiuma das noites bouas que passamos juntos como mtas outras ateh q...neh? Saudade. Nostalgia.