domingo, 5 de abril de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
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todas as pessoas são dificeis pra caralho. algumas
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marco
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22:47
quarta-feira, 1 de abril de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
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as vezes precisamos aguentar reviver tudo para
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marco
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22:29
segunda-feira, 30 de março de 2009
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ninguém entende nada e sempre acham divertido fazer
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marco
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13:21
sábado, 28 de março de 2009
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quando não esperamos nada do próximo momento,
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marco
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20:33
sexta-feira, 27 de março de 2009
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entendi agora. apesar de não ser engraçado, ri bastante
é um pouco ardido sentir isso, sabe, gargalhar sem sorrir
e ter que acordar cedo. ligo na hora certa, incrivel como
não posso designar indiferença se não conseguem me
diferenciar do restante, etc etc. alguns cumprimentam.
ando tão sem saco. ando tão sem tudo, tão com nada, enfim
acho um pouco bom, CSS
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marco
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22:28
quinta-feira, 26 de março de 2009
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quente. não: transformação. éé, transformando.
sentindo o vento quente como uma transformação.
emoldurando meu corpo que caminha frio e transformando
o que tem por dentro. queria entender isso só pra saber o
que fazer, mas é complicado demais. ao mesmo tempo que
tudo chama, eu não tenho mais vontade; ao mesmo tempo
que ouço direto isso direcionado pra mim, não quero mais
me envolver demais com esse tipo de situação. e nem quero
falar disso, quero dormir a tarde toda porque tudo esta
estranho. no fim do dia não lembro metade das decisões que
tomei, porque foi tudo impensado demais, automatico demais
e não gosto quando fica assim e daí começa essa baboseira de
transformação. religião é o fim. alguém coloca um pouco de
consciencia nisso. o tempo demora pra passar, mesmo quando
durmo e fiz alguma coisa diferente e acho que todo esse tempo
diferente me desestruturou demais e logo vai mudar de novo
e mais um bom tempo até conseguir assimilar a nova rotina,
etc. tudo um grande saco.
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marco
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22:02
terça-feira, 24 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
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apesar de tudo parecer pesar, nada que acontece me
chateia a ponto de querer mudar as coisas, de acordar
determinado à vida ou chorar.
-você tem fome?
-pode ser.
não, não tenho, droga! tem tanta graça catar alguém pra
chegar em casa, vomitar e
lembrar que beijou desconhecidos (ou quase) ?
agora, mais patético que ter exteriorizado que sentia, é
perceber que realmente senti tudo aquilo. argh.
e eu não, tosco. tenho priorizado as coisas erradas
novamente. só percebo que são erradas quando já resultaram
em merda e é bem assim. o ponto fica onde eu quiser.
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marco
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11:56
quarta-feira, 18 de março de 2009
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, essas
coisas que antes mexiam comigo agora já nao mexem mais
etc etc etc. estando tanto tempo sozinho assim, percebo que
quanto mais próximo fico, também vou ficando sem saco pra
aguentar, pra continuar, pra achar bacana novamente.
quem eu via não é como eu pensava. o que eu disse
não faz parte do que eu realmente sou e tudo soa tão falso que
não tenho vontade de continuar, apenas de ficar sentado e ler
o tal de 'menina má'.
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marco
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22:26
terça-feira, 17 de março de 2009
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assim: ninguém fala com ninguém. porque
é muito mais fácil. talvez até um olhar pode entregar
alguma coisa, you know, entregar. de qualquer forma,
pareceu mais bacana, ar de centro, vento gelado, olhar
falando ao telefone - não com a mesma pessoa, etc. me
avisaram que voltei a ser abstrato, oks, não quero me
entregar, you know, por isso escrever de uma forma que
só eu compreenda frases como 'ninguém fala com ninguém':
sei de quem falo, visualizo a situação, escrevo essa coisa
e dou uma escoada no que não sai da minha cabeça.
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marco
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21:42
segunda-feira, 16 de março de 2009
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acho uma merda. tempo não volta. é meio desesperador
pensar sobre isso nessas tardes sem razão. vontade de
abraçar, vontade de ter as mesmas coisas de antes,
de não pensar como agora, de não importar-se, de não
querer ser sempre. é ruim ver como algumas coisas
mudam e outras ficam no mesmo lugar, mas com
um cenário diferente, personagens novos e blasés.
talvez só queira assistir, só queira uma manhã sentado
num banco ao lado de alguém, e nós dois querendo dormir.
talvez só
não queira os últimos dois anos. tudo mudou nessa
bosta e não sinto satisfação alguma. não quero parar pra
conversar nao meio da rua ou saber que passa das onze. quero
ouvir black star com o mesmo sentimento. falar sobre o
teu cabelo e te ouvir reclamando da mesmas coisas que eu.
quero ir no show do radiohead. quero sair dessa insônia,
desse bater de pés, desse não ter inacabável.
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marco
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16:31
domingo, 15 de março de 2009
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- sincronizado num contexto quimico/fisico/biologico, ele disse.
- nao posso saber como conduzir essa falta, eu respondi.
sei que já nao comprometo as mesmas coisas que antes,
em cada segundo o ponto muda de lugar, minhas escolhas
sao desenfreadas porque por mais contínuas que pareçam
essas relaçoes, nenhuma se efetiva em espécie. não depende
de equilibrio algum. é inegavel essa condição, como se nao
houvesse espaço; e não reservo espaço: nao sei se realmente
o tenho, nao sei se realmente quero ter um. mesmo sem
precisar planejar o sono e o cansaço, percebo que venho
voltando agora às agonias que pensei ter esquecido. nao quero
prioridades, talvez só queira instalar alguma coisa logo adiante.
ninguém me conta algo sério: sou a noite de sexta, a tarde
de sábado. não me preocupo com o tempo, só com os reais e
difusos valores. qual é, eles nem existem: sem remodular
essas coisas: sem recondicionamento: sem comportamento:
já nao falamos em personalidade. quero agora saber o que
quero, sem pensar em todos nós , sem responder questão alguma.
Shine, shine, shine on/ yes/ wont you shine, shine on
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marco
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12:43
sexta-feira, 13 de março de 2009
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quando quando quando quando quando
as coisas se aproximam devemos recuar,
segundo os sábios conselhos dela. então
sem saber se estou próximo ou não, como
fico? as vezes euforia com vontade de sim.
as vezes sem enxergar razão em nada
disso nem daquilo. parece mais chato quando
realmente acontecem: precisa sustentar
toda a situação, é cansativo; sem explicação.
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marco
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15:27
quarta-feira, 11 de março de 2009
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ode aos cinco fumantes.
vejo vocês: 2+2=5; *sem pensar em músicas.
e foram meses sem poder ser tão despreocupado,
foi difícil, estranho, mas foi renovador. sono e um
susto do caramba. sei tomar o lugar e observá-los
pra confirmar que muitas coisas já passaram.
parecem ser o mesmo ou quase iguais com gestos
repetidos, semblantes diferentes de lugar onde
esqueceram de sentimentalizar as expressões. meu
segundo cigarro pra não precisar sair daqui, não
precisar passar e fingir que não lembro. assim,
parado, olhando, fumando o segundo cigarro seguido,
sem gosto: só pra não levantar; só pra não passar.
e agora sou eu. e percebi que minhas idéias eram muito
diferentes do que realmente alguém pode ser.
'por aí'... que lembra cazuza.
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marco
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23:56
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não temos mais o que dizer e, de certa forma, isso me
deixa melhor do que antes. não precisar procurar alguém
no meio dos outros e do meu dia. não precisar deixar de
dormir pra pensar se ainda pensa em mim. ruim não
poder ter o novo 'completamente', mas ainda é bom por
ser alguma coisa. nada de face to face, por enquanto.
quero te ver logo, logo, logo e quero aprender a não
repetir perguntas.
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marco
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12:01
domingo, 8 de março de 2009
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- não sei o que estou dizendo
- nem eu
- quer fumar o último dos moicanos?
- pode ser. eu to tão... sabe, com medo disso tudo
- bem sei, quando me querem.. você sabe
- também desisto, é uma droga
- não quero criar expectativas
- nem eu, é uma droga
- sabe, sei lá
- quer esquecer até irmos embora?
- pode ser, você sabe, só quero esquecer um pouco.
- andei chorando
- bem sei, percebi no telefone
- então, vamos esquecer?
- sim, esquecido! eu nem sei o que estou dizendo
nem sei quem estou esperando
- nem eu
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marco
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22:33