.
esse é o tempo em que encontro tempo pra entender;
esse é o tempo em que encontro tempo pra entender;
Postado por
marco
às
23:19
Postado por
marco
às
12:20
e precisamos de uma definição. tenho que rir, tenho
Postado por
marco
às
21:55
sim, as vezes fica a incerteza da coisa, da
Postado por
marco
às
18:49
bá, que merda grande. vi: viram. finjo que não vi:
Postado por
marco
às
23:42
Postado por
marco
às
18:55
todas as pessoas são dificeis pra caralho. algumas
Postado por
marco
às
22:47
as vezes precisamos aguentar reviver tudo para
Postado por
marco
às
22:29
ninguém entende nada e sempre acham divertido fazer
Postado por
marco
às
13:21
quando não esperamos nada do próximo momento,
Postado por
marco
às
20:33
entendi agora. apesar de não ser engraçado, ri bastante
é um pouco ardido sentir isso, sabe, gargalhar sem sorrir
e ter que acordar cedo. ligo na hora certa, incrivel como
não posso designar indiferença se não conseguem me
diferenciar do restante, etc etc. alguns cumprimentam.
ando tão sem saco. ando tão sem tudo, tão com nada, enfim
Postado por
marco
às
22:28
quente. não: transformação. éé, transformando.
sentindo o vento quente como uma transformação.
emoldurando meu corpo que caminha frio e transformando
o que tem por dentro. queria entender isso só pra saber o
que fazer, mas é complicado demais. ao mesmo tempo que
tudo chama, eu não tenho mais vontade; ao mesmo tempo
que ouço direto isso direcionado pra mim, não quero mais
me envolver demais com esse tipo de situação. e nem quero
falar disso, quero dormir a tarde toda porque tudo esta
estranho. no fim do dia não lembro metade das decisões que
tomei, porque foi tudo impensado demais, automatico demais
e não gosto quando fica assim e daí começa essa baboseira de
transformação. religião é o fim. alguém coloca um pouco de
consciencia nisso. o tempo demora pra passar, mesmo quando
durmo e fiz alguma coisa diferente e acho que todo esse tempo
diferente me desestruturou demais e logo vai mudar de novo
e mais um bom tempo até conseguir assimilar a nova rotina,
etc. tudo um grande saco.
Postado por
marco
às
22:02
apesar de tudo parecer pesar, nada que acontece me
chateia a ponto de querer mudar as coisas, de acordar
determinado à vida ou chorar.
-você tem fome?
-pode ser.
não, não tenho, droga! tem tanta graça catar alguém pra
chegar em casa, vomitar e
lembrar que beijou desconhecidos (ou quase) ?
agora, mais patético que ter exteriorizado que sentia, é
perceber que realmente senti tudo aquilo. argh.
e eu não, tosco. tenho priorizado as coisas erradas
novamente. só percebo que são erradas quando já resultaram
em merda e é bem assim. o ponto fica onde eu quiser.
Postado por
marco
às
11:56
, essas
coisas que antes mexiam comigo agora já nao mexem mais
etc etc etc. estando tanto tempo sozinho assim, percebo que
quanto mais próximo fico, também vou ficando sem saco pra
aguentar, pra continuar, pra achar bacana novamente.
quem eu via não é como eu pensava. o que eu disse
não faz parte do que eu realmente sou e tudo soa tão falso que
não tenho vontade de continuar, apenas de ficar sentado e ler
o tal de 'menina má'.
Postado por
marco
às
22:26
assim: ninguém fala com ninguém. porque
é muito mais fácil. talvez até um olhar pode entregar
alguma coisa, you know, entregar. de qualquer forma,
pareceu mais bacana, ar de centro, vento gelado, olhar
falando ao telefone - não com a mesma pessoa, etc. me
avisaram que voltei a ser abstrato, oks, não quero me
entregar, you know, por isso escrever de uma forma que
só eu compreenda frases como 'ninguém fala com ninguém':
sei de quem falo, visualizo a situação, escrevo essa coisa
e dou uma escoada no que não sai da minha cabeça.
Postado por
marco
às
21:42
acho uma merda. tempo não volta. é meio desesperador
pensar sobre isso nessas tardes sem razão. vontade de
abraçar, vontade de ter as mesmas coisas de antes,
de não pensar como agora, de não importar-se, de não
querer ser sempre. é ruim ver como algumas coisas
mudam e outras ficam no mesmo lugar, mas com
um cenário diferente, personagens novos e blasés.
talvez só queira assistir, só queira uma manhã sentado
num banco ao lado de alguém, e nós dois querendo dormir.
talvez só
não queira os últimos dois anos. tudo mudou nessa
bosta e não sinto satisfação alguma. não quero parar pra
conversar nao meio da rua ou saber que passa das onze. quero
ouvir black star com o mesmo sentimento. falar sobre o
teu cabelo e te ouvir reclamando da mesmas coisas que eu.
quero ir no show do radiohead. quero sair dessa insônia,
desse bater de pés, desse não ter inacabável.
Postado por
marco
às
16:31