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é um modo diferente de estar: passar pelo lado das coisas.
é um modo diferente de estar: passar pelo lado das coisas.
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marco
às
21:26
tua recusa foi tão, tão imbecil. cara, imbecil! eu
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marco
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21:40
esse é o tempo em que encontro tempo pra entender;
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marco
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23:19
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marco
às
12:20
e precisamos de uma definição. tenho que rir, tenho
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marco
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21:55
sim, as vezes fica a incerteza da coisa, da
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marco
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18:49
bá, que merda grande. vi: viram. finjo que não vi:
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marco
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23:42
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marco
às
18:55
todas as pessoas são dificeis pra caralho. algumas
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marco
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22:47
as vezes precisamos aguentar reviver tudo para
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marco
às
22:29
ninguém entende nada e sempre acham divertido fazer
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marco
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13:21
quando não esperamos nada do próximo momento,
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marco
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20:33
entendi agora. apesar de não ser engraçado, ri bastante
é um pouco ardido sentir isso, sabe, gargalhar sem sorrir
e ter que acordar cedo. ligo na hora certa, incrivel como
não posso designar indiferença se não conseguem me
diferenciar do restante, etc etc. alguns cumprimentam.
ando tão sem saco. ando tão sem tudo, tão com nada, enfim
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marco
às
22:28
quente. não: transformação. éé, transformando.
sentindo o vento quente como uma transformação.
emoldurando meu corpo que caminha frio e transformando
o que tem por dentro. queria entender isso só pra saber o
que fazer, mas é complicado demais. ao mesmo tempo que
tudo chama, eu não tenho mais vontade; ao mesmo tempo
que ouço direto isso direcionado pra mim, não quero mais
me envolver demais com esse tipo de situação. e nem quero
falar disso, quero dormir a tarde toda porque tudo esta
estranho. no fim do dia não lembro metade das decisões que
tomei, porque foi tudo impensado demais, automatico demais
e não gosto quando fica assim e daí começa essa baboseira de
transformação. religião é o fim. alguém coloca um pouco de
consciencia nisso. o tempo demora pra passar, mesmo quando
durmo e fiz alguma coisa diferente e acho que todo esse tempo
diferente me desestruturou demais e logo vai mudar de novo
e mais um bom tempo até conseguir assimilar a nova rotina,
etc. tudo um grande saco.
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marco
às
22:02
apesar de tudo parecer pesar, nada que acontece me
chateia a ponto de querer mudar as coisas, de acordar
determinado à vida ou chorar.
-você tem fome?
-pode ser.
não, não tenho, droga! tem tanta graça catar alguém pra
chegar em casa, vomitar e
lembrar que beijou desconhecidos (ou quase) ?
agora, mais patético que ter exteriorizado que sentia, é
perceber que realmente senti tudo aquilo. argh.
e eu não, tosco. tenho priorizado as coisas erradas
novamente. só percebo que são erradas quando já resultaram
em merda e é bem assim. o ponto fica onde eu quiser.
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marco
às
11:56