sábado, 13 de março de 2010

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não tenho reflexo. só tosse seca e doída; só a lembrança de
certas poses que não gosto de ver, aquela atitude de querer
ser o que não é, o que enxerga nos outros e quer ser também
mesmo sem precisar; fiquei ouvindo pequenos comentários
durante dias, perguntas aleatórias sobre o assunto até que
um dia chegou com a coisa diferente. olha, me cansa. sabe, cada
um na sua idiotice, claro; se alguém acha grande bosta querer
ser igual os outros, beleza, mas minha conexão com toda a
situação me assusta. e é isso que eu não sei mais. já senti o
que foi intenso e essa última hora não é o caso.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

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escolheria a vida redonda, sem esquinas com a que senti esta noite.
não sei exatamente sobre o que, poucas pessoas sabem como insisto
pouco nas coisas, principalmente com as pessoas: quando o faço é
pq realmente estou interessado. mas né, sinto essa resposta que
parece uma fita crepe. assim, eu que estou errado? não é possível.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

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preciso organizar o caos que enxergo em mim. são os horários. é o
tempo. o calor. a falta. o caminho. o vazio entre não saber e também
não conseguir aprender. entre não ter a obrigação nem a finalidade.

parece não sobrar tempo, mas são as dores, a falta de ar, a presença
exagerada do barulho que não gosto. estou um caos, sim. continuo
amando meus remédios e com medo de que eles confundam a nova
rotina. não tenho o que dizer, já que nem sei se é realmente isso: só
vai sendo. sinto que pode ser a coisa mais chata da minha vida. e que
pode ser minha vida inteira. minha vida inteira com esses olhos
ressecados chegando e chegando sem nem me importar.


esqueci quem eu tinha que esquecer. deixei passar mesmo e agora
acho que só preciso esvaziar aqui dentro, a pele, o preenchimento:
sentir um branco pra começar algo novo. vide profile: esperando
por alguma coisa melhor. sem perceber que pode estar acontecendo.
verdade ou não, já nao procuro mais entender. consciência exagerada
repele tudo o que pode ser aproveitado. sigo no meio dessa bagunça
em que me encontro sem querer achar nada.




quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

poor little rich boy.




nada agora apaga as imagens que tenho dos últimos dias:
todas borradas, sem foco, sem mim. tenho bebido da água
suada de não saber o motivo de estar tão assim. em alguns
dias acompanho exatamente o script que havia programado.
mas parece que não há tempo suficiente num dia só. são
tantas coisas pra ver, pra saber, pra fazer, pra guardar para
os próximos anos. estou numa espera idiota dos próximos
meses -não idiota por ser infundada, mas por ser desnecesséria-
os planos são apenas planos. nós dois sentamos:: tínhamos papel
e uma caneta: fizemos um ponto e prometemos continuar rabiscando
no papel a partir daquele ponto depois das férias. então, não
preciso ficar pensando no que rabiscarei: acho que trabalhar não
funciona com esboços, tudo vai acontecendo como deve. tenho
medo, sim. to ansioso, sim, e talvez por isso passar por dias tão
vazios me deixe nervoso assim.

estou afundado em episódios, listas de filmes pra assistir, lendo um
livro de como economizar dinheiro e ficar rico (acredite), escrevo
críticas de cada cd novo que ouço, mas por trás disso tenho uma
ânsia de estudar os rabiscos. os rabiscos não saem da minha cabeça.
quero esvaziá-la. quero só sentir o branco e parar de pensar em
como tudo devia ser preenchido. não é. não tem como ser forçado.
preciso dormir mais. preciso me sentir menos cansado. preciso
sentir que o que estou fazendo é realmente o que eu sou, que essa
realmente é minha vida e que ela vale sem que eu tenha alguém.


voltando aos rabiscos: devo dizer que entendo perfeitamente pq
me preocupo tanto com o futuro, pq penso tanto nisso. a coisa
está de um jeito que não me agrada completamente, então, ter
essa promessa de que algo vai acontecer, mesmo que não seja o
que eu realmente gostaria que acontecesse, me deixa excitado.
logo depois da excitação lembro que o que acontecerá não é o que
realmente gostaria, e que continuarei frustrado: sofro antecipadamente.
reclamo duas vezes: pelo o que está(ou não) acontecendo e pelo o
que acontecerá(ou não). simples assim. agora sinto rapidamente o inicio
do efeito de alguma coisa que tomei. vou ficar ali ouvindo Animal
Collective, lendo o próximo capítulo do livro que fala sobre as
estratégias de negócio do fundador do McDonald's: boriiiiiiiiiiiiing.
chato, mas dá uma sensação de que posso ficar rico só com minha
inteligência e que se poupar o dinheiro que gasto em cigarros, posso
ter uma casa em 50 anos, HAHAHAHA. falei pra
caramba e amanhã
apago esse post antes mesmo de começar a trabalhar. beijos.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

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não tenho nada a declarar. estou esperando, como sempre.
viagem de férias está dependendo de uma coisa que também
vai mudar outra coisa que vai mudar todo o resto.

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sinto que tenho um problema quando preciso ver a data de um post
pra
saber que dia algo aconteceu. também quando volto a ouvir
Colorblind-Counting Crows repetidamente. quando todos os
cigarros fumados não foram suficientes. e quando tenho algo
tão importante pra resolver e fico me comportando como se
nada estivesse acontecendo, não desabafo com ninguém como
se os acontecimentos fossem se dissipar. fico em silencio tentando
demonstrar saber o que estou fazendo,
mas meu estômago treme treme treme, e dói: gritando uma
ansiedade que já desconheço. tenho medo dessas caras que ela
faz. tenho medo dos comportamentos estranhos em filas nessa
cidade do cu. tenho medo de estar desperdiçando tempo. e eu
nem sei qual dos caminhos é o certo a dedicar meus minutos.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

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tudo girando, eu muito excitado com as possibilidades e
um pouco preocupado por alguns planos que podem ser
sabotados por essas possibilidades, mas prometem algo
tão bacana que vou abstrair. ontem eu disse que iria
organizar o caos em que me encontro e de alguma forma
senti que hoje isso realmente começou a acontecer. eu
de bom humor? yeah, aproveite se estiver por perto.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

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eu preciso organizar o caos em que me encontro. estou indo
dormir sob efeito do meu roche e amanhã eu preciso de
linhas, de espaço, de campos abertos e decisões sem medo e
sem volta. tenho ido e voltado com tanta frequência que já
não sei mais qual é meu verdadeiro lugar. vir ao blog mais
seguidamente está na lista da organização de mim mesmo.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

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preciso fechar a porta para escrever, para me ver aqui.
hoje manchei alguns desenhos, quis chorar quando tinha de
estar apenas sentado, marchei por obrigações que acabaram
trazendo certas coisas boas que desejava há algum tempo
e que ainda não tinha conseguido. percorri metade do caminho:
talvez a parte mais difícil. o final do dia fora de casa foi a
melhor coisa: sei exatamente quem me faz bem. e cansei.

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não nasci pra ser otário, sabe, putz, que raiva. a única coisa boa
dessas atitudes que me machucam é que alguém me deixar em banho-maria
traz muita raiva, e muita raiva faz com que eu comece a desgostar.
certamente não consigo esquecer, pelo contrário, mas lembro da
pessoa em outra direção. as pessoas enganam. não: as primeiras
impressões enganam. as primeiras atitudes enganam. no meio de
toda essa enganação, só queria saber se é proposital. sabe, se alguém
realmente faz planos e joguinhos no estilo Sebastian Valmont/
Gossip Girl ou se é tudo coincidência. ou se é tudo insensibilidade.
porque só para constar eu me preocupo com o outro antes de ignorar.

acho que "vou desprezar quem não sabe o que quer (quem não se
decide, quem me ignora e depois vem atrás, que acha que pode me deixar
em banho-maria)" vai virar mantra. vou repetir até pegar no sono.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

o gosto de orégano.

que dor enorme essa de saber exatamente o que fazer, mas
não conseguir. sei o que é certo, sei porquê dói. tenho uma
angústia aberta pelo o que não tenho feito por ela e que vai
arder um arrependimento futuramente.

arrependimento pela tarde de hoje. não, acho que não. só que
talvez fosse desnecessário. não sei se o encontro com o outro
ajudou ou se era um sinal do que não devia ter acontecido. foi
bom, foi rápido, foi sem sentimento. passei tanto tempo sofrendo
por alguém que. putz, repetir é bom pra perceber que eu não
tive razão, que me fixei numa idiotice tamanha. só não entendi
o oi, o abraço, o falamos depois. acho que foi toda a situação
que me levou sem culpa pro que veio depois.

as horas passaram. não fiz nada, não fui meu. a noite chegou e
me senti oco. triste. vazio. pedi socorro. ouvi a voz que queria
ouvir, mas continuei sentado. quem eu realmente preciso
quer me ouvir e eu fico aqui. não consigo levantar. nem mudar
eu consigo. enfim talvez eu possa dizer que.

domingo, 3 de janeiro de 2010

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acho que quando está acabando, eu quero ficar. que quando
está terminando, quero continuar. que quando estou perdendo,
quero continuar a ter.

eu já disse e planejei tanta coisa. já tomei tanta coisa. já estive
mais lúcido e já fiz muito mais loucuras do que consigo ter
vontade e fazer hoje. não estou me sentindo inteiramente em
mim. voltam uns medos antigos, medo de coisas bobas, de coisas
futuras, sempre medo de não conseguir ser o que idealizava já
estar sendo agora. porque de alguma forma continuo esperando
que aquilo dê certo. de alguma forma acho que tudo ainda está
pra acontecer. estou num momento liso, de contemplação interna,
de me controlar e conhecer sem fazer as coisas que eu gostava.
não estou me recriando. estou sendo metade de cada. um pouco
do que me largo a ser e um pouco do que estão me cobrando.
como se eu pudesse ser esse dividido por enquanto, já que em
breve terei de ser quem eu sempre planejei, esse eu imaginado
é o que parece ser o meu real.

sábado, 2 de janeiro de 2010

eu te deixo ser, deixa-me ser então.

clarice Lispector

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

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é provável que seja por causa do clima de inicio de ano, mas
to com esse sentimento de ter deixado pra trás certas coisas
que se resolveram exatamente quando 2009 tava acabando.
e agora me sinto leve, bem, melhor. não sensação de desapego, mas de
perceber que me fixava demais nas coisas/pessoas/relaçoes/companhias,
e acho que posso dizer que é uma situação singular, uma pessoa só.

mas talvez amanhã
eu já sinta diferente. hoje o dia foi passou liso: não pensava
muito: não fiquei analisando todas essas situações, só fiquei em
casa sem reclamar. e sempre que eu acho que estou passando da fase
daquele "alguém": chegam mensagens dele no celular, e contente volto
a ficar quando percebo que não me afetou. que nao senti
nada orgásmico como antes.sem recaídas idiotas.

ou a gente aprende a deixar as
coisas passarem por amadurecimento ou por pura indiferença.
agora
vou desprezar quem não sabe o que quer, ou quem não decide se
realmente quer ficar. com quem ficar.
comigo
ou que só não quer.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

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não sei o que dizer. todos me confundem. todos me dão medo.
as vezes acho que estou tão cansado que nem raciocino mais,
mas sei que estou do mesmo jeito, só que com vários machucados
que não tinha antes. não consigo dormir em paz, depois de
tantos dias tentando fazer tudo passar, quando realmente consegui
sentir que não me importava mais: o telefone toca com as
mesmas conversas de sempre, o msn abre com trazendo toda a
confusão de volta. queria conseguir dizer que não quero ouvir.
dizer que não quero saber. que não quero porque quando eu
demonstrar que ainda gosto, você vai sumir. e sumiu dois dias depois.
eu tive sonhos ruins de tanto pensar, parei de ler, parei de enxergar.

as pessoas são complicadas demais pro meu saco, não sabem o
que querem, não tem noção do que demonstram, do que prometem,
sugerem, insinuam. eu já não sei o que me faz feliz. nada é tão
irônico do que checar o celular todo momento, fumar sentado
encarando a caixa de
texto do blogger e matar tempo no caixa do
supermercado por ter
medo de voltar pra casa ou de ter que ficar na
rua. ou de continuar
sozinho achando que tenho alguém por presenças
idiotas. promessas
curtas e ridículas. meu amor termina ao ver uma
música bizarra
tocando no teu player, de tanto que eu gosto, de tanto
que eu sei gostar. nasci pra ficar sozinho ou pra encontrar alguém exato,
ou pra aprender sozinho que bom não são os que começam como
tempestade e depois ficam calmos: no próximo ano que as coisas mais
calmas, as pessoas melhores. (eu que escolho a ordem das palavras)

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

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e desencanei. fico tanto tempo querendo fazer com que as relações
bacanas continuem, que não percebo que já não me fazem bem e
que não adiante insistir. um dia eu aprendo a não encanar, enquanto
isso vou aprendendo que não adianta sair da órbita que nos interessa,
porque esse negócio de ter que ajudar o outro a se entender é
desgastante demais: já basta tentar entender a mim mesmo.


o pior é que ainda gosto. o pior é que continuarei dando espaço,
a diferença é que não vou mais correr nem me preocupar em
manter alguma coisa. se manterá o a relação do que sobreviver em nós.

domingo, 20 de dezembro de 2009

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o dia era todo meu. o calor. o suor. a lembrança de fotos. a visão
distorcida. tudo meu. e no fim, eu só me entendo quando chego
em casa. me perco quando não sei onde quero estar. me perco
quando quero algo totalmente diferente, quando não entendo como
alguém consegue não se importar com a minha dor do domingo ou
com tornar-se indiferente de uma hora pra outra.

assim como não consigo estar em casa por muito tempo, meu mural
deixou de ser meu, minhas palavras deixaram de ter minha essência,
meus desenhos pararam de me interessar. ultimamente eu tenho
vontade de falar, de pegar um "Clarice" amigo e sair lendo em voz alta.
quero me desapegar das coisas, do costume, dessa falta de concentração,
de calma e silêncio. tenho sido um caos inteiro. só silenciei todo depois
de beber muito, o que certamente me trouxe um dia em que esqueci
do que tem me chateado. e essa coisa que me chateia é toda minha,
não é do tipo que eu queira, ou possa dividir. talvez eu até queira, mas
não posso. talvez se eu contasse ela doeria menos, mas não vou. ela
vai doer por tempos, ela não vai me parar, vai me adoecer e me levantar.

vai me fazer ter medo dos próximos e querer te continuar, mesmo que
não mereças o que.

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depois me perguntam por que não consigo aproveitar o momento,
e fico sofrendo por antecipar o fim dos relacionamentos, esta aí
o motivo: quando alguma coisa mais é muito forte no inicio e mais
parece que vai durar, em poucos dias tudo se dissipa. e dói pra
caramba. então, mais uma vez a vida querida dando tranqueira nas
minhas pernas é só uma soma à todas as anteriores e cada vez
o escudo fica maior e mais forte. tenho dito.


o pior de tudo é indiferença: prefiro que me diga o que tem a dizer
se tiver certeza disso, claro. Se não tiver certeza é só conversar.
agora, ficar em silêncio sem saber o que fazer, horas ignorando e
horas vindo atrás, não dá certo não. tenho dito e ainda gosto.


vida é puro sofrimento.

sábado, 19 de dezembro de 2009

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e um dia a gente encontra alguém numa estação, numa casa, num
dia totalmente vazio de ar; e daí começamos a sentir a beleza de
ter alguém. é uma sensação de estômago, de luzes, sons e presença
constantes. é encher o vazio de ar e deixar de beber e tentar parar
de fumar. ouvir é tão bom e, mesmo com um medo de ficar grudado
demais, é tão bom ouvir aquela frase dita com tanta convicção que
não pensei que passaríamos por isso. ou que não passaríamos por
aquilo que tinhamos vontade. agora, eu prefiro que fale tudo de uma
vez.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

o problema.

e pior é quando as coisa não tem fim: elas continuam assim
sem ser nada, sabe? estamos aqui, não podemos mais por
enquanto, mas ainda somos sem poder ficar juntos. minha
gente, a vida é linda, nós que fodemos tudo, néam? NÃO.
a vida termina com tudo: muita espera e euforia dão em nada.
não tenho mais como sair daqui, só fico esperando.
olharei
meu celular de três em três minutos sem fazer uma ligação.
apesar de saber que quero e preciso, viver sozinho dói
menos menos menos: é uma dor constante de não ter. ter
alguém traz essa dor de perder, que é como arrancar uma
parte; tem sangue, tem diminuição de alguma coisa que não
reconheço em mim mesmo, mas que está aqui por causa de
alguém. de alguém que estava e já não sei mais o que é.

um dia eu chegarei no acerto do jogo, por enquanto só erro
na hora de escolher, não sei ser liso e desinteressado: entrei
com tudo porque assim sentia que o outro lado estava. e
estava. mas né, o tempo não colabora: muda todas as
estruturas que pareciam mudar o meus próximos dias. quando
eu crio expectativa, a vida vêm e mata.
quero ir embora.