eu te deixo ser, deixa-me ser então.
clarice Lispector
sábado, 2 de janeiro de 2010
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
..
é provável que seja por causa do clima de inicio de ano, mas
to com esse sentimento de ter deixado pra trás certas coisas
que se resolveram exatamente quando 2009 tava acabando.
e agora me sinto leve, bem, melhor. não sensação de desapego, mas de
perceber que me fixava demais nas coisas/pessoas/relaçoes/companhias,
e acho que posso dizer que é uma situação singular, uma pessoa só.
mas talvez amanhã
eu já sinta diferente. hoje o dia foi passou liso: não pensava
muito: não fiquei analisando todas essas situações, só fiquei em
casa sem reclamar. e sempre que eu acho que estou passando da fase
daquele "alguém": chegam mensagens dele no celular, e contente volto
a ficar quando percebo que não me afetou. que nao senti
nada orgásmico como antes.sem recaídas idiotas.
ou a gente aprende a deixar as
coisas passarem por amadurecimento ou por pura indiferença. agora
vou desprezar quem não sabe o que quer, ou quem não decide se
realmente quer ficar. com quem ficar.
comigo
ou que só não quer.
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marco
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23:10
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
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não sei o que dizer. todos me confundem. todos me dão medo.
as vezes acho que estou tão cansado que nem raciocino mais,
mas sei que estou do mesmo jeito, só que com vários machucados
que não tinha antes. não consigo dormir em paz, depois de
tantos dias tentando fazer tudo passar, quando realmente consegui
sentir que não me importava mais: o telefone toca com as
mesmas conversas de sempre, o msn abre com trazendo toda a
confusão de volta. queria conseguir dizer que não quero ouvir.
dizer que não quero saber. que não quero porque quando eu
demonstrar que ainda gosto, você vai sumir. e sumiu dois dias depois.
eu tive sonhos ruins de tanto pensar, parei de ler, parei de enxergar.
as pessoas são complicadas demais pro meu saco, não sabem o
que querem, não tem noção do que demonstram, do que prometem,
sugerem, insinuam. eu já não sei o que me faz feliz. nada é tão
irônico do que checar o celular todo momento, fumar sentado
encarando a caixa de texto do blogger e matar tempo no caixa do
supermercado por ter medo de voltar pra casa ou de ter que ficar na
rua. ou de continuar sozinho achando que tenho alguém por presenças
idiotas. promessascurtas e ridículas. meu amor termina ao ver uma
música bizarra tocando no teu player, de tanto que eu gosto, de tanto
que eu sei gostar. nasci pra ficar sozinho ou pra encontrar alguém exato,
ou pra aprender sozinho que bom não são os que começam como
tempestade e depois ficam calmos: no próximo ano que as coisas mais
calmas, as pessoas melhores. (eu que escolho a ordem das palavras)
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marco
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21:35
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
.
e desencanei. fico tanto tempo querendo fazer com que as relações
bacanas continuem, que não percebo que já não me fazem bem e
que não adiante insistir. um dia eu aprendo a não encanar, enquanto
isso vou aprendendo que não adianta sair da órbita que nos interessa,
porque esse negócio de ter que ajudar o outro a se entender é
desgastante demais: já basta tentar entender a mim mesmo.
o pior é que ainda gosto. o pior é que continuarei dando espaço,
a diferença é que não vou mais correr nem me preocupar em
manter alguma coisa. se manterá o a relação do que sobreviver em nós.
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marco
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12:20
domingo, 20 de dezembro de 2009
.
o dia era todo meu. o calor. o suor. a lembrança de fotos. a visão
distorcida. tudo meu. e no fim, eu só me entendo quando chego
em casa. me perco quando não sei onde quero estar. me perco
quando quero algo totalmente diferente, quando não entendo como
alguém consegue não se importar com a minha dor do domingo ou
com tornar-se indiferente de uma hora pra outra.
assim como não consigo estar em casa por muito tempo, meu mural
deixou de ser meu, minhas palavras deixaram de ter minha essência,
meus desenhos pararam de me interessar. ultimamente eu tenho
vontade de falar, de pegar um "Clarice" amigo e sair lendo em voz alta.
quero me desapegar das coisas, do costume, dessa falta de concentração,
de calma e silêncio. tenho sido um caos inteiro. só silenciei todo depois
de beber muito, o que certamente me trouxe um dia em que esqueci
do que tem me chateado. e essa coisa que me chateia é toda minha,
não é do tipo que eu queira, ou possa dividir. talvez eu até queira, mas
não posso. talvez se eu contasse ela doeria menos, mas não vou. ela
vai doer por tempos, ela não vai me parar, vai me adoecer e me levantar.
vai me fazer ter medo dos próximos e querer te continuar, mesmo que
não mereças o que.
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marco
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22:56
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depois me perguntam por que não consigo aproveitar o momento,
e fico sofrendo por antecipar o fim dos relacionamentos, esta aí
o motivo: quando alguma coisa mais é muito forte no inicio e mais
parece que vai durar, em poucos dias tudo se dissipa. e dói pra
caramba. então, mais uma vez a vida querida dando tranqueira nas
minhas pernas é só uma soma à todas as anteriores e cada vez
o escudo fica maior e mais forte. tenho dito.
o pior de tudo é indiferença: prefiro que me diga o que tem a dizer
se tiver certeza disso, claro. Se não tiver certeza é só conversar.
agora, ficar em silêncio sem saber o que fazer, horas ignorando e
horas vindo atrás, não dá certo não. tenho dito e ainda gosto.
vida é puro sofrimento.
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marco
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10:20
sábado, 19 de dezembro de 2009
.
e um dia a gente encontra alguém numa estação, numa casa, num
dia totalmente vazio de ar; e daí começamos a sentir a beleza de
ter alguém. é uma sensação de estômago, de luzes, sons e presença
constantes. é encher o vazio de ar e deixar de beber e tentar parar
de fumar. ouvir é tão bom e, mesmo com um medo de ficar grudado
demais, é tão bom ouvir aquela frase dita com tanta convicção que
não pensei que passaríamos por isso. ou que não passaríamos por
aquilo que tinhamos vontade. agora, eu prefiro que fale tudo de uma
vez.
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marco
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23:49
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
o problema.
e pior é quando as coisa não tem fim: elas continuam assim
sem ser nada, sabe? estamos aqui, não podemos mais por
enquanto, mas ainda somos sem poder ficar juntos. minha
gente, a vida é linda, nós que fodemos tudo, néam? NÃO.
a vida termina com tudo: muita espera e euforia dão em nada.
não tenho mais como sair daqui, só fico esperando. olharei
meu celular de três em três minutos sem fazer uma ligação.
apesar de saber que quero e preciso, viver sozinho dói
menos menos menos: é uma dor constante de não ter. ter
alguém traz essa dor de perder, que é como arrancar uma
parte; tem sangue, tem diminuição de alguma coisa que não
reconheço em mim mesmo, mas que está aqui por causa de
alguém. de alguém que estava e já não sei mais o que é.
um dia eu chegarei no acerto do jogo, por enquanto só erro
na hora de escolher, não sei ser liso e desinteressado: entrei
com tudo porque assim sentia que o outro lado estava. e
estava. mas né, o tempo não colabora: muda todas as
estruturas que pareciam mudar o meus próximos dias. quando
eu crio expectativa, a vida vêm e mata. quero ir embora.
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marco
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16:42
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
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gosto de reciprocidade, das coisas que me fazem bem,
das que machucam também. a gente se engana ou o quê?
porque assim, no inicio eu pensei muitas coisas e como
sempre fui entrando sozinho num lugar que já tinha me
esquecido novamente; agora, que eu estou quase totalmente
instalado, nao sinto nenhuma ação do outro lado. talvez ação
não seja A palavra, acho que esforço se encaixa melhor. me
sinto meio triste, mas diferente, não sei. enquanto não vejo
um fundo negro, tudo continua sendo meu. talvez não seja
um bom momento pra começar nada, mas eu quero! e quero
que continue, porra. bem, é issaê, me sinto voltando aos
antigos tempos de brasileiraprêta! ou de rua ou de fingir.
tenho prova e não estudei, como se já não me interessasse mais,
ao mesmo tempo que estou preocupado em reprovar, não
aguento estudar. sei lá, todas essas coisas enchem mais a minha
cabeça e me preocupam mais (?) -n.
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marco
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17:06
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
das coisas que me irritam,
e muito: inconveniência, não ter noção de limites,
inconstância, incoerência e pessoas que acham que podem
fazer joguinhos amorosos de adolescentes à la Gossip Girl,
muito me irritam. ao ponto de eu querer explodir. olha, eu
pondero muita coisa e, no fundo do meu egoísmo, não me
importo com nada até que eu seja atingido ou que eu sinta
ameaça de tal coisa ocorrer. as coisas vão bem pra caramba,
apesar de ter estagnado nos últimos dias por causa de. nem
sei bem a causa. mas assim, no final do dia é bom. estar
cansado, quase dormindo e mesmo assim querer conversar
é bom. não sentir que estou tão sozinho é bom. uma chamada
não atendida, uma mensagem, é bom. ah, é tudo bom.
então, não me torrem assim. cada um continua exatamente
no seu lugar e tudo continua bem, sem tentar tramar desvios
quando as coisas começam a degringolar. tenho dito.e agradeço.
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marco
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15:20
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
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ah, no more drama daqui pra frente.
insegurança, meu sobrenome. mas hoje a eterna salvadora das
minhas crises me falou tanta coisa bacana que tentarei diminuir
essa sensação de que tudo vai mudar.se não puder consumir com
ela, ao menos fugir então.
dentre as coisas boas que tem acontecido ultimamente, não posso
reclamar de nenhuma. final de ano é tri cansativo, começar ou
tentar gostar de alguém é mais cansativo ainda, exige paciência,
saco e dedicação, predicados que não são meu forte, mas sabe,
algo me diz que. e que. e o importante é sentir bem quando juntos,
o resto é o resto e tem todas as coisas da minha vida pra resolver.
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marco
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17:56
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
.
com dias contados surge um medo ligeiro nessas últimas horas.
o dia foi bom, as coisas foram boas e passaram de alguma linha
considerada limite. o silêncio ou a ausência nessa noite dá a
impressão de que ter ultrapassado o limite modificou alguma coisa
que estava boa pra caramba. é o que parece, posso estar viajando.
fato é que sempre que tudo está bom assim, alguma coisa
acontece. que merda, hein? só espero que agora não passe e que
realmente seja só impressão e que eu não comece a colocar
esperanças em algo que é bom mas que não tem futuro. é por
isso que não gosto de gostar demais: fico fora dos meus propósitos.
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marco
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22:41
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
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e é tão estranho a maneira que as coisas acontecem, sem
querer antecipar nada.
as indicações são inteiras, mas não são diretas.
se eu tivesse como perguntar, o faria rapidamente, daquele
jeito que a resposta se apresenta na forma como a pessoa se
comporta ao ouvir: nem precisa falar nada. algumas pessoas a
gente conhece sem conhecer e o mais complicado de confiar
rapidamente é que as coisas sempre parecem acabar rápido
demais, antes que eu saiba aproveitar de verdade e. ok, não
vou pensar em nada, só estudar, como havia prometido.
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marco
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16:23
terça-feira, 24 de novembro de 2009
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queria saber de onde certas pessoas se conhecem, o que as une,
o que já aconteceu ou não e, principalmente, se eu to
tão desinformado e encaixado num papel idiota assim. o pior não é a
preocupação em ser passado pra trás, mas a sensação de que não
dá pra confiar em quase ninguém. salvando as exceções. até dá
pra confiar, mas o soco no estômago vai vir tão usulmente que
prefiro ficar na defensiva. um pé atrás diverte menos, mas também
machuca menos.e o pior: o que era ontem antes de dormir, 24 horas
depois já não é mais certeza por causa de uma informação tosca
que me faz pensar onde grudam as teias de quem me procura. saco.
onde grudam e pra onde vão. eu não sei quem vai dizer de mim.
posso colocar meses no lixo, posso fingir que não senti nada já que parece
ser assim que todo mundo faz. o que vale é a contagem. só vale a contagem
e a soma da nota do corpo. entendam sem precisar refletir, é tão óbvio:
é tão ridículo que chego a duvidar sobre estar no meio certo.
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marco
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22:33
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
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hoje eu consigo me sentir. só me sinto quando existe dor em mim.
não é mais sobre dúvidas e vontades mas sobre o quanto me
encontro quando a tristeza permeia o dia. sinto que me querem bem,
mas não conseguem carregar tantas coisas que sou. de certa forma
ninguém foi embora pra sempre e também ninguém ficou ao meu
lado o tempo todo.
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marco
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22:26
domingo, 22 de novembro de 2009
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assim como eu sou. assim o sábado seguiu me fazendo desistir
um pouco mais de algumas coisas que pensei, seriam diferentes.
não gosto de generalizar atitudes de um ou alguns, mas começa
a ficar difícil. sei exatamente das minhas coisas, da minha atitude
e comportamento; e sem querer me fazer singular, mas ainda
não me relacionei com alguém que compreenda metade do que
espero de um relacionamento, ou como sou quando estou em um.
e a coerência, cadê?
não to feliz com isso, é uma sensação de estar num filme sem nexo
e pessoas sem noção. ok, me dê um desconto porque o fim de
semana foi um saco. num dia tu ouve uma coisa, no outro a atitude
é totalmente inversa. eu sei eu sei que já devia estar acostumado
com isso, mas não estou livre de sentir decepção/raiva. vou indo,
agradeço a injeção de realidade, pois eu andava desarmado até
algumas horas atrás.
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marco
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20:37
sábado, 21 de novembro de 2009
ultimamente percebi que quando a conversa é muito séria
e eu não quero me envolver, é só começar a rir. depois que
a gente aprende a rir, virando o rosto pra todos os lados
pra outra pessoa não perceber, vai pegando a prática e logo
não precisa mais ter nenhuma conversa tensa.
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marco
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20:29
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
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continuo ouvindo 'The Sounds' repetidamente sem enjoar porque me
faz lembrar de alguma fase boa em que as incertezas eram constantes,
mas não me abalavam tanto: eu tinha tempo, eu sentia uma certeza
de que daria tempo pra fazer tudo. agora, as incertezas são constantes
perturbadoras, chatas de sentir e de se tentar resolver. são de amor,
de amizade, de situações em que os dois se envolvem; são de trabalho
ou a falta dele, ou a falta de vontade de estudar o que não gosto,
ou a incompatibilidade entre o que eu quero fazer e o que eu faço. se o
que eu faço fosse momentaneo, beleza; mas o que acontece agora é
todo o restante, o hoje é a voz ditando os fatos do futuro:
e medo. todo mundo sente, mas e o saco? acho que só não sente o
vazio quem não deseja nada mais do que é ou tem, e tão completo acho
que não conheci ninguém. tudo meio tenso por aqui.
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marco
às
12:37