sexta-feira, 13 de julho de 2007

Platão e mais bobagens.



Ta, depois de fundir a cabeça após ler uma
teoria de Platão[algo sobre voltar ao lugar
da alma] consegui, ou tentei aplicar isso ao
q acontece atualmente comigo.

"Platão acreditava numa realidade autôpnoma
por trás do "mundo dos sentidos". A esta
realidade ele deu o nome de mundo das idéias.
Nele estão as "imagens padrão", as imagens
primordiasi, eternas e imutáveis, que encontramos
na antureza. Esta notável concepção é
chamada d a teoria das idéias de Platão".

Bem, ele dizia [falando de forma bem xula]
q vemos ou classificamos algo como feio,
por termos idéia d q eh feio, obviamente.
Mas só temos essa idéia, essa imagem do feio,
pq temos guardada a imagem da perfeição,
ou seja, sabemos o que é o perfeito e por isso
sabemos que o q é inferior a akilo, é
consequentemente feio. Aplicando, posso
eu não ter tomado a iniciativa de voltar por
não ter certza de q la eh melhor?

Conversando isso com o Pedro,
ele fez algo q vai tirar o meu sono, mais
ou menos assim: Temos medo da morte
por não querer voltar para o lugar de onde viemos?
Pensando em cima da teoria, seria isso
mesmo, e acho que até pra mim isso seria assim.
Marco Antonio

Bobagens que a gente escreve.

Conversando com a Ana sobre o que
penso daki, comentei que nos ultimos dias
tudo tem sido bem mais tranquilo.

Tenho fome, tenho vontade,
meio indiferente mas
as coisas melhoram.. notei muitas cores

que antes se alternavam em tons singulares.
Notei todas as cores, um lugar mais

colorido que o sul e mesmo não
achando isto bonito, gostei.
Tirei fotos e não gostei. Talvez tenha me
enganado com alguem ou sei la o que
aconteceu, mas o normal geralmente eh

ficarmos com quem nos faz bem, quando
enchemos o outro de bolo, em suma,

concluo que a presença não eh bem vinda ou
que algo aconteceu no meio do tempo.

Segunda opção mais provavel q a primeira,
to viciado em ouvir as musicas de bebel gilberto,

mas kings of convenience tb no sai do ouvido.
ok, sem coisas a contar, amanha chega minhas camisetas,
Natha, elas vão chegar! ainda to de folga,
ah. estou de folga essa semana, e fiko o dia tdo sem
fazer nada, o que não requer muito esforço

mas cansa bastante. Tenho vontade de sair
a trde e andar pela cidade, mas o clima eh quente

demais e o sol insuportavel para isso.
Faço o que posso, e não me esforço muito.
Não me acostumei com o lugar,
mas tenho tentado tornar tudo o

mais agradavel quanto possivel.
Berry fez uma previsao pro próximo ano,
de roer todas as unhas e sentir frio no estomago.
haha [sem dor de estomago em duas semanas]
sonhei com a nadja, alias, nadja, te amo!

Subscrevo-me por falta de mais bobagens.

Marco Antonio

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Estar.

Saída inteligente
prospecto iniciante,
indulgente nuvem Que cai.
Pesada dor inconsciente,
Um nervoso arrepio no estômago e
durável âmago traidor.

Minha raiz que jamais temperada com esses
ideais suspirados..
mal passados e sangrentos.

aquela segura sensação de medo,
palavras doces e envenenadas que
não se ouve mais.. e que tanto faZem falta.
minha religiãO.
Penso.
Brancos pés que apoiam esta folha,
por quais sangra,
inocente a interna morada da instabilidade.


marco Antonio

Abstracoess

Barulho suave em torno de céuS e
de tantOS
movimentos Graves.

Pés perfEitos,
infiltraçÕes
de milhares de entendimentos VermelHos.

EstrUtUras de SangUE, água qUEntE em dolorOSOs
momentos de glória.
surpreendidO.

Amável sensção de Se EstaR Perdido.

Marco Antonio

quarta-feira, 4 de julho de 2007


Subsídio.
Antigas formas humildes de ser
retornam aos retratos rasgados da
decepção..
fomos, somos..estamos.
De certa forma sempre,
de vez em quando às vezes..
e ela sempre esta atrasada.
Tenho velha tendencia de não estar,
e grande semelhança na hora de rejeitar.
Por mais que o tempo e os tijolos mudem,
o ar úmido e o hálito menta estao sentados
no mesmo degrau,
sobre o mesmo verde musgo tão brilhante
quanto os olhos negros e cabelos macios.
Despreza-se qualquer descrição dourada
sobre hábitos mal resolvidos.
Ela está para responder e interagir.
Detestantes respostas para uma vida
não atingida..
Vontade de chorar, e me vingar de mim mesmo
por não sentir tais sentimentos que por consideração
eu devia honrar.

E por amor, nos afogamos em nossas
próprias vidas...


Marco Antonio

Acho que não.


E não sinto os lencóis e decisões sobre
a dor jamais perdidas
Diante de tantas fotos infames
eu não posso ver a trajetória..
Passos delgados de uma natureza escura,
dias que nunca voltarão à beleza
Eu não posso ver quão escondidos possam
ser esses caminhos..
Iluminadas lâminas esparsas por
barulhentos botões que prendem certos laços.
não posso ver motivos que me mostrem real valor..
me parece cego tudo que me trouxe..
tão escuro quanto o fundo de maldade nas intenções.
eu não posso ver o que eu fiz.
Sem precedentes,
não vejo o uanto inunda os pequenos quadros..
não posso me ver no espelho,
mergulhado em um tapete marrom avermelhado
com cheiro de oliveiras e recoberto de arrependimentos..

Marco Antonio

domingo, 1 de julho de 2007

Antepassados.







Andar por aquele lugar me perturbava.
Eu sentia todo aquele cheiro de sexo,
de cigarro e lençóis mal lavados.
E tu me enojava.
Eu sentia grande estagnação, via suas coxas
e toda a traição que se levantava. E via seus sexos
destapados e misturados, exaustos e eu ali com
imensa, silenciosa e rancorosa dor de te ver.
Fui também em silencio, deixei teus pés e
teu amor em algum lugar que não me pertencia
e ao qual não deverias ter visitado.


Depois de grande e resistido tempo, eu
comecei a achar toda a cena excitante.
Depois de já ter formado uma revolta e um escudo,
acho que seria interessante tais brinquedos,
e segundo consta não são tão remotos assim.
Marco Antonio

Eu não SEi.



Olha, talvez realmente o seja como comentou,
mas não sei. Falei com a mãe a pouco tempo e
mesmo com certa vontade de chorar, nao o fiz.
Aos poucos sinto uma anestesia em meus sentimentos,
como se eu fosse me acalmando e fosse decaindo e
cedendo ao que me dizem ser bom, certo ou agradável.
De veras eu não estou preocupado,
e achjo q realmente é isso...eu não estou.
Não estou pra nada, nem pra mim mesmo.
Sempre penso que o que estou fazendo aqui é dar
um tempo pra meus pensamentos que estavam muitol
perturbados no fim do ano passado por conta de Cris e B, sei la.
Outras coisas que também mexiam com
minha paciencia estavam me corroendo.
E agora que percebi que se eu tentar tornar tudo menos ruim,
se torna menos ruim.
Pq não adianta se corromper e enlouqecer, é isso e é isso.
As coisas são assim e vão serté que minhas ações e
opiniões sejam adultas, depois dos senhores 18 anos,
e claro q nem ai as coisas mudarao,
pois terei dinheiro pro pileque mas não pra curar a ressca e
por ai vai...mas eu ao menos poderei dizer "isso", e "isso"
terá de ser engolido, afinal...acho que não
vou receber um soco. bla bla blaNão sei se eu gostei,
afinal eu estaria com um grande sorriso de orelha
a orelha, mas ele disse que sim e
eu acreditarei na medida do possível.
É inacreditavel mas as esquinas em
?Canarana também tem seu valor,
depende de quem esta com você.

[por aí vai minha nova vida interiorana
sem graça e sem tempo determinado ;D]
[ah, mais uma coisa: Quero um pouco de
líbido em minha vida, aiai que falta...]
Marco Antonio

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Do bloquinho.

E por surgimento,
desesperam almas ressequidas.
Sossegam amores e desencontros.
De uma forma ambígua,
falada e mal descrita...
Tocamos em alto, em grupo e em desigual.
Suprimos medos e botões,
xadrez e tudo que tão cedo irá voltar,
surgir e por fim definhar.

Marco Antonio

segunda-feira, 25 de junho de 2007

MãeS.

Tenho esse medo e essa derrota dentro de mim que consome cada fagulha vital de meu corpo. Esse sentimento que só você consegue acentuar e ao mesmo tempo acalmar, e por isso estou indo embora. Muitos pensariam que meu “ir embora” é como sair para fazer compras e não mais voltar, ou mesmo voltar para a minha terra natal mas não se trata disso. Também não quero que todos pensem nada, tão qual que saibam o que se passava em nossa sala aconchegante no inverno, não quero que pensem que em algum momento eu deixei de ser feliz, e talvez nem o tenha. Na verdade, acho que eu deixei de senti-la, acabei por menosprezar o que havia de ingênuo e em pequenos suspiros sem atenção eu deixei a desejar, eu fiz com que o encanto que minha existência trazia se apagasse e isso pesa em minhas costas, atrapalha meu sono e o meu viver. Não consigo me organizar e não consigo parar de pensar, e claro, querer controlar os próprios pensamentos é estar a um passo da loucura, e talvez eu o esteja. Ouvir de tua boca o suave veneno de me desprezar, me fez lembrar o dia em que gritou em meu rosto o sofrimento de me carregar. Lembrou-me o disforme dia em que você se mostrou pra mim e que eu mostrei a mim mesmo que estava sozinho. Desse dia em diante algumas coisas mudaram- sempre queremos mudar- mesmo assim, continuam sentindo por ti, e de uma hora para a outra, eu não estava mais ai. E mesmo depois de tantos meses e de tantas coisas novas e asas presas, lágrimas e tristezas, eu teria satisfação em estar de volta. Ontem, você me mostrou a face que eu havia me esquecido desse lugar, e lembrei de toda mesquinhez e toda humildade exagerada de pessoas que temem aumentar seus próprios limites, como isso me irritava.. mas retomando a palavra, sinto que meus pulsos cedem de uma forma exacerbada e tolerante. Minha cabeça resolve cair e eu sinto uma dor insuportável nas juntas, nas pernas em todas as partes. Penso nos filmes e livros em que as pessoas escutavam seus próprios sentimentos opostos discutindo, eu não ouço, mas eu sinto exatamente isso.
De um lado minha ânsia de sentir-me extasiado e ao mesmo tempo confortado e seguro, a indolente forma dizer a si próprio que algumas coisas devem mudar, mas é realmente isso, não tenho força e não me sinto confiante a ponto de mudar, recomeçar ou arriscar. E por isso insisto em querer ir embora. Não aquele embora frisado no inicio do que escrevo, mas acabar com tudo, ou finalmente ir ao encontro de um recomeço um pouco mais complexo e espectral. Não consigo visualizá-lo, mas acho que seria como sempre imaginei...lâminas, cores vermelhas e vibrantes e um branco extremamente branco, brilhante e puro almejando força. Talvez fosse assim, mas acho que visualizo a realidade de como seria, e de veras isso me perturba um pouco. Sendo assim, eu quero ir embora, mas covardemente espero um momento de real aperto, uma situação em que me sinta em divida com algumas coisa, como quando não sentia mais saída e que talvez todos se desesperassem, eu desistiria de tudo da forma mais poética quanto possível, e se não fosse possível, seria uma cena suja, banal e realmente dolorosa, a coisa mais dúbia a se fazer, corajosa e pateticamente covarde. Talvez agora que tenho alguém por tempo determinado pra me fazer bem, não irei ainda... tudo isso me excita e deixa com uma indelével sensação frenética de ansiedade, com certeza eu sinto isso...e também tenho certeza que não tardarei em partir, mas a minha partida...
...e além de tantas frase e tantas formas maleáveis de se sentir, tu sempre foi meu ponto, meu centro, minha dor, minha fuga, alegria e amor
.
Marco Antonio
[. no inicio seria uma carta de alguem para alguem,
logo depois seria uma carta de suicidio(nao q nao tenha
sido) mas eh q fikou mais profunda, talvez ateh algo meio
manipulador e chantagista! MAE, acho q um pouco da carta
-se nao por completo- é para você.
segunda feira, subscrevo-me por aki, ja que devo trabalhar
neh. penso e me angustio...em alguma parte do tempo, algo
acontecerá..] Beijosenaomeliga,
massevocefordaminhalistarestritadepessoasinteressantes:
beijomeliga,podemossair.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Talvez.


Me leve para qualquer lado
que nao seja responsavel,
que nao me veja como linhas, e
que nao me ame em suas culpas de amor.

Me deixe em qualquer canto
onde vazem periodos de dor,
com uma certa manha ensolarada.
E quando cairem velhos salarios, preferivel esperanca
de nao amar ninguem.

Nao tem nada.
Nao sobram palmas para sua esperanca.

Uma nostalgia agregada em meus olhos cansados,
minha dor
inconsciente nao agrada,
nao prende, nao define.

Liga hora e pensamento a fora e ninguem me decide a cancao que afinal ira tocar. \

Marco Antonio
[eu sei que adoro a palavra nostalgia xD]

domingo, 17 de junho de 2007

Nostalgia.


Pêlos.
Caras manhosas em meu traveseiro.
Cheiro de sol em teus cabelos, cadeira de ferro e pés na grama.
Mãos dadas na sombra,
sexo matinal e um branco e doce sabor de cinzeiro.
A sensação que não pode-se descrever: Sentir teus pés nos meus,
e lembrar deles ao som de um filme ligado e nossos gemidos abafados.

Marco Antonio.

A foto é pq justamente foi essa a noite em que vimos closer, uns 3 meses antes d eeu ir embora.
E foiuma das noites bouas que passamos juntos como mtas outras ateh q...neh? Saudade. Nostalgia.

terça-feira, 12 de junho de 2007



E enquanto todo esse calafrio arrebata cada pêlo do meu corpo, passa rapido pelo estomago e termina enfim, lentamente e minhas coxas, as coisas ficaram em tom de laranja. Não mais preto e branco como ja foram, nem coloridas como ficaram durante um tempo, mas estagnaram em apenas um. Como devem ser. Deveria estar assim por um sentimento de posse durante o bem-estar que a situação devia causar, mas esta como esta, por ser algo que deve mudar, uma situação que não se corrige, que apenas se modifica. Não pode ser moldada, mas quebrada bruscamente pra que alguma parte sinta-se bem, e que infindaveis outras acabem por entristecer, enraivecer e definhar. E de tão estranho é ter nas mãos as escolhas que se deve tomar, me acovardo aqui diante de Deus, diante dos outros e de mim mesmo. Passo a cada dia mais injurio e incerto do que esta ou estará correto. Sinto nojo de pensar que não consigo decidir ou mesmo pensar. Sinto raiva de não sentir ao certo, de não decidir o que faço, nem o que sinto. Queria escrever bem, palavras que derretecem na boca, que deixassem o pensar leve, mas isso não flui. As vezes quando ouço suas vozes e tremendo de insatisfação sorrio, eu queria deschocolatar aos seus pés, eternizar minha existência e correr ao encontro de um vazio infindavel, de uma situação com gosto de cerejas, aroma de café e textura de abobora cozida. De uma face vermelha transformaram-se todas as minhas duvidas, aqueles sexos tão dúbios que se queixavam de ser usados e continuavam a suprimir tantos desejos irreparaveis.
Eu não sinto e não respeito o que consigo chegar a sentir.
Eu tenho medo e me enoja esse sentimento de temer o inseguro que antes tanto me excitava.
Eu não tenho sido eu, mesmo assim tenho vivido. Não consigo ver o fundo do espelho, e mesmo assim consigo sentir o cheiro da casa da Sally e fazer com que isso inunde meu coração. Consigo sentir a profundidade do abraço da Nadja e fazer com que esses segundos eternos de patologia encarada tomem conta do meu ser até que tudo volte ao normal. Até que eu decida o que eu, la no fundo, sei que é certo. Eu tenho um encontro marcado, a qualquer momento de flagra, comigo mesmo.
Marco Antonio

terça-feira, 5 de junho de 2007

Eh.


Marco Antonio.

Estava lendo agora um livro sobre depressão. Que fala de todas as facetas da doença.
De veras parece ser bom, ja que li apenas o inicio. E peguei a parte que o autor fala que uma
das piores coisas que acontecem ao doente, é os outros. Digo, como os outro irão ver,
reagir e se comportar ao saber disso, principalmente a familia. E como as vezes a insistência de que "nao é nada", "é só uma fase", "apenas stress"; ou pior ainda, quando o pai
fala: "isso é desculpa para não fazer nada", "preguiça!", e por ae vai, acaba piorando o estado
do paciente. De um lado por a pessoa se sentir sob pressão e tentar fingir que tudo esta bem, e
após um período a doença explode muito pior.
E então quando se fala nela, todos te dizem que é um estado de espirito,
que apenas esta se sentindo para baixo, e na verdade não se trata disso.
Os outros dizem que sabem o que estamos passando, mas não sabem nao!
E como falar sobre isso com pais ignorantes, que acharao que vc esta com corpo mole?
Nao sei. Na real, pensei muitas vezes sobre isso, e lendo sempre que as pessoas não conseguiam levantar da cama e talz, mas EU sei que eu TENHO que levantar todo o dia. E eu sei
que cada vez que eu vejo como as pessoas nbão compreendem o que eu sinto estando longe de onde eu queria estar, eu realmente pioro, pois sei que não posso falar disso com ninguem...
enfim, vai-se empurrando com a barriga tudo o que sente, de repente talvez as coisas passem, como eles falam. No meu caso nao tem passado, e meu ele briga comigo dizendo que
eu estou de mau humor (entao, nem de mau humor posso estar! lógico, ele deve acordar todos os dias muito bem, claro que nao!) mas eu nao sei, eu realmente nao sei. Antigamente,
até um valium por semana me ajudaava, nao tenho muita opção por aki, o que tem sido, é fikar mais tempo fora de casa para não sentir muita nostalgia e arependimento, nem culpa
por sentir as outras coisas. Mas realmente não é facil, e entendam-se quem sente a mesma coisa.
Julgam sempre os leigos de sentimento. Bleh!

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Paginação

Hoje te escrevi uma carta de muitas páginas,
falei sobre o jeito de olhar,
de pensar e
de nós dois agirmos.
Falei sobre mim e sobre o ar,
o traveseiro de penas e as dores de uma infência paternamente vazia.
Falei sobre nós,
o jeito de nós dois agirmos.
As esquinas estreladas, pequenos sabonetes e descobertas de quando eramos meninos.

Marco Antonio

HOSPEDEIRO

Tão belo e esparso pensamento
Tuas idéias gostosas fazem o
teu corpo inteligente.
E pq nada completa NADA,
e boca fechada sempre da prazer a
alguem.
Escolha contraditória quando se tem
quem quer,
e não se tem ninguém.


Marco Antonio

domingo, 27 de maio de 2007


nos sentimos perdidos, independentemente dos numeros
que nos cercão...nem tudo pode ser explicado por nossos
pais.


irritado com a cobrança desnecessária.

marco Antonio ;D



uma vida mais Leve?
acabei de ouvir isso, tah brincando neh?

quarta-feira, 23 de maio de 2007



Ah nao, Eu escrevi um puta texto enorme antes

sem salvar e na hora de publicar, essa porra não

entra. Não vou escrever tudo de novo, ateh pq ja

perdi a inspiração. Eu escrevi sobre conversas,

drinks e sobre a caraou semblante das pessoas que

fumam, e o pq de eu sempre gostar de postar fotos

de pessoas que fumem, ou estejam fumando, minha

justificativa seria que quando estao fumando, vê-se

um certo ar contemplativo, e que em cada tragada

parece a fumaça invadir a alma e seus sentimentos

provenientes...mas eu escrevo isso outra hora. XDD

vlw

Marco Antonio