quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

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essa situação, como se diz quando estamos um pouco.

um tanto. um pouco mais do que ontem. gosto de
olhar a vida dos outros, assimpassandocorrendo em
frente aos meus olhos. gosto do movimento dessas
vidas, assimpassandocorrendo enquanto um cigarro
queima atrás do outro e esses copos quebrando um
atrás do outro. parede que se abre. o que abre não
é a parede, eu sei. eu sei de um monte de coisas. vejo
todas essas vidas, esse tal de relacionamento. esse
tal de viver que passa em pose de totalidade. eu bem
sei como ele é, sei sim. ouvi, cheirei, toquei; vivi, claro
que também vivi. alguém disse que não? não, eu sei.
mas então que agora vejo passar, só posso ver, cheirar,
talvez tocar e nada de viver, entende? eu sei eu sei
é automatico, não é escolha, não é merda alguma, só É.
e daí que não sinto assim. e daí que passa e me irrita.
e daí que passa e nao gosto. e daí que acontece e não
me acostumo. e daí que passa. e daí que o tempo. e daí
que eu sempre sozinho. e daí que nada de amor. e eu aqui
só querendo viver, só querendo ser, só querendo aceitar
que tudo espera, que tudo - SIM- vai acontecer. e eu
aqui sem conseguir me sentir simplesmente o que eu
sou tão simplesmente humano e sem explicação e com
amores que eu não sei agarrar com meus próprios
sentimentos e depois digo que não existem: não existem.
e daí que.
me sinto sempre cansado.
que sempre fazer.
quero, sempre quero e já cansado não consigo fazer.
e já
cansado não consigo viver.



marco antonio

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

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é engraçado ter ver passar caminhando devagar,
perceber que você não ter graça alguma.
engraçado achar as linhas do teu rosto mais
velhas que tua idade, algo bem previsível.
achar esse caminhar sem altivez a coisa mais
desestimulante. Esses olhos apagados e esse
peito sem calor. Te ver passar me lembra
que o que mais gosto em ti é o que não posso
ver e essa habilidade de me acender com
essas ondas de imperfeição.

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28/01

volte, sensação. volte, caminhar. volte, alguém perdido.
não consigo lembrar do teu rosto e tenho teorias sobre
isso. As vezes penso que é gostar demais. As vezes
penso que é não gostar. As vezes penso que é não saber
quem tu é. Controle. Falta alguma coisa nessas nossas
partes sem nome, partes que ninguém parece conhecer.
Droga, tem tanta fente, tem tanta coisa que é difícil entender
um corpo que não consegue se mover.

algumas pessoas parecem poder fazer isso sem dificuldade,
com muita beleza até. jamais aprendi. Eu sei, você sabe: já
senti o sabor dessa coisa, mas foi tudo muito rápido. Foram
promessas, uma noite e sexo que não agradou. cada vez
mais acho que prefiro a mim, assim sozinho. mas foi tudo
muito rápido e ficou esse gosto na garganta insistindo que
deveria ser meu por inteiro: acreditei. Acreditei. Acreditei.
Acreditei e acho que posso lidar com isso, caso tudo volte,
claro. Não merece, eu sei. Preciso trabalhar de verdade pra
me ocupar e isso eu sei também.


marco

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quero te mostrar quem eu sou agora, na hora, instante
maior que não quero perder. quero te tirar desse cozinha
sozinha, mas você anda tão. e eu acho que. entao parece
que uma dor entra quando você sai e eu não disse nada.
queria mostrar e esqueci de como me acho. você sabe, esses
dias tão inconscientes, como acordar e não saber, sabe?

então que já me senti tão perto, já me senti tão teu.. e
agora nem me acho, nem te consigo. e os dias nem passam
porque eu quero te encontrar e porque eu quero ter um dia
em que entenda exatamente essas direções.
então que você some e não é meu e eu que te vejo entrar.
e eu que não quero saber quem tu é, porque isso só me
afasta, isso só me tira o que gosto nos teus olhos, como um
mau hálito que inibe os beijos matinais. durmo distante
querendo te resgatar dessa cozinha silenciosa, mas são os
clarões que trazem a lembrança de quem ainda não fomos.



marco

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

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não sabe, não sabe que hoje não to bem. não faria
diferença se soubesse, entao... droga, tudo
misturado, incerteza e umas dores estranhas. acho q
queria ficar um pouco doente, sabe, ter motivo e dormir
um pouco a mais. mas..todas essas coisas, todo esse sol
e hoje eu decido diminuir o cigarrete, tentar ficar até as
5 da tarde sem e ver no que dá. acho q to doente, sério.
cabeça dói, queima ou seila.


sábado, 17 de janeiro de 2009

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-Achei que você tinha voltado para Los Angeles.
-eu estava assitindo TV...
-era a maratona dos Simpsons, sim, porque faz uma semana que você sumiu.


muitas semanas e eu aqui, no pc, sem doce,
sem os filtros, sem pilulinhas azuis e ainda
achando que vou te ver por aí. vou sair e
hoje quero beber porque já to enjoado de sair
e ficar sóbrio. vou lá. vódega, uísque, tequila
ou o que entrar no meu orçamento de hoje.

sábado, 10 de janeiro de 2009

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vocal feminino com os guris.
vocal masculino com as gurias.

se conhecer é perfeito. saber o lugar de cada
sentimento de cada momento é o passo pra
estar cada vez menos atrelado à confusão de
não se conhecer totalmente,

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

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vou sentir saudade, que saco. não quero que a hora
chegue. nao posso ouvir isso, porque ha pouco tempo
eu já tava me enchendo.. ! e parece que sim. mas
esses dias, esse sol, essas companhias não ajudam nada.
nem devia ter ficado em casa. fiz doce pra ti, ao menos.
entao que não dá pra emendar um minuto em outro e
as horas não tem nexo. você baba no travesseiro logo
depois de sair de outro. você pega. você sai. você come
e logo estamos indo embora. logo eu vejos as listas
novamente. vejo meu nome. vejo o lugar. vejo que podia
ter sido melhor e ao mesmo tempo foi bom, o tipo de
coisa que sempre quis. morri de cansaço. to podre. quero
dormir e comer arroz doce. quero ficar acordado e sonhar.
um cú. ñao da pra assimilar porcaria nenhuma. lá vamos
novamente: um valium, um café, um sofá pra esses
livros sem vontade. essas músicas que não me satisfazem
mais. todo dia pra começar meu livro. todo dia pra fazer
uma música. todo dia pra fazer tudo de novo e me sentir
sempre cansado. aquilo que eu quero esta logo ali, mas
precisa de tanto. tanto cuidado. tanta dedicação. tanto risco.
tanto sangue só meu que eu canso de pensar, eu desisto
pra reclamar. as mesmas alegrias rápidas e tristezas que
não passam. as mesmas coisas de sempre, tão colegiais e
tão responsáveis por essa dor que eu não posso conter. fique
por aqui porque ainda não te contei tudo o que planejei. e
tenho certeza que faltará coragem para tal. quero dividir
tantas verdade que o amor é capaz de suportar, mas o medo
é o mesmo que me faz mentir a mim mesmo: o medo sem
face que me aproxima dessas músicas, dessas palavras e
me põe tão longe de vocês. não quero desistir, só que tudo
corra sem isso. sem esses dias. sem que eu diga tudo que
me passa pois são mais dolorosos a você. vou dormir.




sábado, 3 de janeiro de 2009

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cheiro de fumaça, sorvete sem gosto, você aqui e
eu nem aí.
ninguém na tua casa, uma varanda inteira, um tapete
só para gatos, cigarros e confetes de chocolate branco.

eu não gosto disso. não me importo contigo e tu sabe.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

adiós, noites de marina.







falamos sobre banho, mas não cheguei a entrar. descansei

na louça verde, por favor, na louça verde! enquanto ele
descia liberar suas roupas sujas. ok, eu sentei me escondendo
até que o cachorro começou a rosnar na porta. foi a melhor,
a melhor de todas, a melhor de todas as noites e de todo o
tempo que ficamos juntos. e aí? cansei. tem alguém dormindo
na minha cama, um copo quase caindo, calor pra caralho.
e aí que isso dói, como sempre. eu nao queria saber toda
aquela história sobre os papéis, contratos, grana, condições.
to cagando pra essa pressão, sério, eu me viro sem grana:
não pode ser desculpa. morra de fome. não durma na minha
cama, mas também não venda seu sono assim. de qualquer
forma levei dez minutos pra estar vendo o reflexo das minhas
costas iluminado pelo sol de fim de tarde em cima daqueles
lençóis chatos que escorregam, foi tão rápido. whataman.
sol coberto, coca-cola, valium, contratos,todo o dinheiro ou a metade.
whataman. foi a melhor de todas. foi a mais fodida de todas.
bosta de ano que termina assim, sem resposta nenhuma.
sem perguntas melhores. se contar ninguém acredita: agora
ele mora lá e, tenho certeza, vai continuar. e tenho certeza
que aparecerei mais vezes do que eu mesmo imagino. agora
vou pegar aquele táxi laranjado, comprar um black, um red,
uma extra e me bandiar pra onde tiver silencio e onde neguin
não leve meu celular. mas enfim, a droga do proximo ano vai ser
melhor. vão embora os paunocú e fica só a merda que eu
esteja afim de fazer. que eu troque aquela droga chata de curso. que
eu mude pra lá. que me ligue logo. que tudo seja melhor, mas
do jeito que to querendo. atá. que o bolso esteja cheio e
minhas noites também, no resto se dá qlquer jeito. a
diós 2008.
adiós, noites de marina.

domingo, 28 de dezembro de 2008

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vocêatépareceumvícioquelargaréquaseimpossível
exigemuitosacrifícioequandoeumeconsideravalimpo
vemvocêprameoferecermais.

mais mais mais



o único trecho que eu cantei junto, parecia que eu sabia
exatamente de quem e o que estava falando. sabe, cantar
balançando a cabeça, apertando os lábios ao mesmo tempo
que canta, o meu jeito de cantar com sentimento. fato:
cantei pra ti, pois sempre que começo a desencanar, o
telefone toca, eu ouço tua voz e uma promessa ridicula. e
eu acredito pq agora não preciso me firmar em mais nada.
PQP! no fundo sei que tudo é um equívoco terrível. tenho
uma bexiga e ela está infeccionada. tenho uma irmã e ela
está aqui perto de mim.abracei pouco. ainda não dei devida
atenção, mas agora que descansei, dormi a tarde enquanto
chovia, me sinto bem com ela aqui, como nao me sentia há
tempos. mas tem toda aquela coisa de os outros mudarem,
da mulher ficar insuportavel comigo, de me acusar e tudo o
mais, mas você é minha parede. e agora posso me sentir
confortável em ficar em pé.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

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amizades de longa data aparecem e somos sempre iguais.
não sabemos mais nada sobre a vida do outro, mas tudo
é igual, os rostos, as mãos, a voz, mas não o que buscamos.
fiquei feliz pelas palavras, realmente feliz que tão poucos
me conheçam, não por inteiro, mas que essas pessoas me
conheçam tão bem.


era realmente o que queria: posição. valeu. merda.
era exatamente o que eu queria. alivio. penso bobagens
o dia todo e agora sinto saudade. poxa, mas o qq
pensam mesmo? tipo, será que só eu mudei as
coisas por aqui e esqueci de como tudo funciona?

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

14:47

que lixo.
mas a gente
sente as palavras diante de algumas
negações.(ou indiferenças).

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

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Esse fascinio sólido e permanente é o que considera como sendo
sua alma (palavra constrangedora, sentimental, mas de que outra
forma chamá-la?); a parte que talvez, quem sabe, sobreviva à
morte do corpo. Clarissa nunca comenta com ninguém essas coisas
Ela não se entusiasma nem faz alarde. Exclama apenas diante das
manifestações mais óbvias da beleza e mesmo então mantém uma
certa dose de decoro adulto. A beleza é uma puta, ela diz às vezes.
Eu prefiro o dinheiro.


As Horas, michael cunningham.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

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um desses dias que prefiro passar pra frente, tirando
alguns momentos que lhe salvam.
vou comer uma
tangerina, porque a cor laranjada me lembra certas
pessoas, e eu quero esquecer, mas lembrar
sempre dói mais e as pessoas gostam mais de sofrer..
comerei ela pra lembrar de você. depois comprarei
as malditas ameixas pra sofrer um pouco mais e
poder sempre reclamar de como esse dias são fódas.







sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

2009.





sobre os cursos. sobre as trocas.sobre as decisões.

nao planejei merda nenhuma e agora preciso
continuar a esperar. nada disso é sobre amores, mas
sobre o resto de minha vida toda. tudo foi atualizado
três minutos depois e eu fiquei com medo. ninguém
pode roubar o que eu estava pensando e de alguma
forma foi como me senti. não há nada sobre o contri,
não há nada sobre o que acontecerá. eu só preciso
esperar mais um pouco, mais uns dias, mais semanas,
mais um mês e que seja., eu minto: planejei muitas
merdas, todas as merdas estão planejadas. eu realmente
estava mentindo quando disse que não estava planejando
e que não sabia o por quê dessa falta de sono. eu só
estava imaginando, não sei, pegando os ideias
no ar e tentanto imaginá-los viáveis. eu PRECISO disso, já
que nem sei o que farei caso o que planejei não aconteça.
falar sobre os planos está repetitivo, esperá-los esta sendo
muito cansativo, mas é só o que tenho. é só o que tenho.
é isso que acontece agora: querer mudar de curso pela
terceira vez e não ter certeza de nada. esperar mais um
pouco e quando falo que é sobre o resto da minha vida, eu
falo sério, porque o curso que decidir fazer ou ficar dessa
vez deve ser definitivo, porque até eu canso de ficar trocando.
quando falo 'até eu' é porque quem mais se chateia com tudo
isso, como sempre, não sou eu. mas eles. mas eles. eles. agora
todo mundo espera que algo aconteça e que eu me decida, pq
a gente precisa saber o que realmente quer. alguém disse que
a gente precisa saber e as pessoas acreditam mesmo nisso e
sealguém -como eu- não liga pra isso, sinto muito, vai ter que
decidir mesmo assim. isso é ter pais., isso é ter que viver e achar
graça., acordar com vontade.querer estar acordado mais do que
querer dormir. digam como se sente isso.
estou esperando que todos esses sentimentos apareçam em mim,
porque até agora sinto-os inertes. vou lá, tentar esquecer um pouco.




sobre as esperas (L)
mandei a droga de um email: senti que em algum momento minha
consciencia consciente da idiotice feita me acertaria bem no meio
da cara. mas é assim, né. nem resposta veio. tenho sono. como
resolvi que seria, last try, e realmente preciso disso, finalizar,
definir alguma coisa porque coisas incertas já enchem o saco.













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vamos perdendo o toque, sentindo esse cheiro
e desistindo. mas não tem coisa maior do que
querer ser tudo isso por inteiro, não sabemos
onde pararam as ilusões e agora deixo me levar
no meio da noite. Assim.Assim que me encontro
deixo todo o resto em seus centros e levo cada
linha caminhando pela escuridão azul.não consigo
guardar os caminhos que exalam. quero agora
retornar ao fim e fazer tudo novamente. quero
falar, quero pedir, quero olhar e sentir nos braços
a mesma força que me fazia ir embora. podendo
ou não, vou calar cada vez mais. vou deixar que
o resto fale por si e esquecer essa angustia tão
ridicula, vou acabar com o copo, vou deitar no
lugar em que cansar e prometo não planejar mais NADA.



quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

marina x anonimo




- não fale em casos. casos são vulgares.

- humm, como assim, gatos são vulgares?
- nãão, nãão, ter um caso é vulgar. não
fale assim.
gente casada tem casos.
- o que vamos ter então?
- precisamos definir alguma coisa?
- ah, não sei. nos vemos em duas semanas.
- minha gata esta com depressão.
- é o que?
- isso, é isso, minha gata esta com depressão.
vai ver é porque ela só tem casos, sabe, uma
vez a cada pouco tempo.
- mas aproveita quando esta com o caso.
- nao quero toda essa coisa de depressão, sabe,
não podemos ter um caso. não dá.
- humm, o que que você não quer ter?
- me sentir lixo por causa do sexo, sabe.
- humm. ok, você melhora! nos vemos em duas
semanas. até lá você melhora.
- isso.

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fóda
. ultimamente acho tudo fóda.

fóda estar cansado. fóda esperar que as coisas aconteçam.
fóda não dormir. fóda estar sem grana.fóda ter tanto tempo
livre e acabar nao fazendo nada. fóda ter tanto tempo livre
e passar a maior parte dele sozinho. fóda. fóda. fóda. fóda.

leve-me a sério, por favor.






-procura-se companhia para ir no cine assistir 007-QOS,call me-

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Maybe not

"We can all be free
Maybe not in words
Maybe not with a look
But with your mind"



entao que esta quente e ontm td foi melhor depois das 5
e do telefonema da gringa. nao fiquei em casa e tudo
só serviu pra sair daqui mesmo e por isso melhorou, acho.
nao que mudem as coisas, mas que engraçado parece as
pessoas não se entregarem aos próprios objetos, suas
coisas pessoais e (deveriam ser) intranferiveis. Talvez seja
eu, mas não tenho que falar como, o porquê, etc. as cores
não se alteram e ninguém fica observando extremamente.
não sei, confuso isso, tá confuso, talvez tenha algo a ver
com a maybe not ou coisa assim, sabe, mas com sua mente.
mas com sua mente. digo, você se importa demais, é isso.

não importam as imagens e palavras. só importará se você se
importar também. não me importo. e agora alguém anda
achando os isqueiros pela casa. beeeeeei. nada é meu. não sei
de nada. HAHA.